T: Eclesiastes 6. 3-6

L: Mateus 16, 26; Lucas 16, 19-31

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus!

“Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?”

Com certeza todo mundo se lembra dessa dica de Jesus. [Esse foi o tema do nosso retiro de Carnaval, no início deste ano. Nós nos retiramos do mundo com as suas festas carnais para fortalecer a nossa alma; nós tivemos um retiro excelente que fortaleceu a comunhão dos santos e a nossa comunhão com Cristo. Assim começamos este ano.]

[E depois houve mais um momento em que nós meditamos sobre este texto. Foi durante o congresso dos jovens, que foi organizado aqui em Maceió. O nosso irmão Everaldo falou sobre este tema e chamou a atenção dos jovens para isso: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?”]

Eu fiquei pensando nessas palavras quando encontrei o texto de Eclesiastes 6, 3-6, que serve como texto para hoje à noite, chegando ao final do ano, meditando sobre o ano de [2012] e olhando para o ano que vem. Como foi e como será? O que caracterizou a nossa vida em [2012]?

Quem observar a retrospectiva de [2012] pode ver que existem muitas pessoas que trabalharam e trabalharam para se tornar ricos; eles se esforçaram ao máximo para melhorar a sua vida. A vida de muitas pessoas é assim; elas querem melhorar sua vida aqui na terra; elas estão preocupadas com isso: com as finanças, com a saúde, com as crianças, com a escola, com o futuro, com o emprego, com a empresa. Todas essas coisas ocupam a nossa mente, a nossa agenda, o nosso coração. Assim é a vida do homem. Mas Jesus nos para e diz: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?”... Para ler mais, clique aqui.

 

T: Lucas 2, 8-20

L: it.

 

Queridos irmãos/irmãs em Cristo Jesus,

Hoje celebramos a FESTA de Natal! Mas o que define a FESTA de Natal? O que é que torna este dia uma festa? São os piscas-piscas, que brilham em todo canto: nos prédios, atrás das janelas, enfeitando as árvores de Natal? Ou será que é o jantar especial com peru, que a sua mãe preparou com muito amor? Ou a visita de amigos?  Ou a visita das crianças ou dos netos? Os avós gostam tanto! Existem muitas coisas que deixam este dia especial, irmãos, mas todas essas coisas são secundárias! O mais importante é o dono da festa. A festa de Natal não deve ser definida por coisas secundárias que tocam os sentimentos, mas o mais importante da festa é a fé. A fé que conhece o verdadeiro significado da criança na manjedoura; a fé que descobriu a riqueza escondida dessa criança; só para aquelas pessoas que descobriram isso o fato de Natal se torna uma verdadeira festa. Vamos descobrir isso quando prestamos atenção aos PASTORES nessa história.

O FATO do NATAL SE TORNOU UMA FESTA PARA OS PASTORES

  • O FATO DO NASCIMENTO;
  • O SIGNIFICADO DO NASCIMENTO;
  • A FESTA DO NASCIMENTO;

 

  1. O FATO DO NASCIMENTO;

 

Irmãos, o Evangelista Lucas fez um relatório e tentou organizar os fatos da vida de Jesus num livro para seu grande amigo Teófilo. Lucas fez uma pesquisa, verificou os fatos e fez entrevistas com várias testemunhas. E com certeza também com Maria, a mãe de Jesus. Da boca dela ele ouviu os detalhes a respeito do nascimento de Jesus: o decreto do Imperador Augusto, que mandou toda a população do império para recensear-se; esse decreto causou a José viajar para Belém para se registrar; e isso aconteceu na época em que Maria estava grávida. Por causa disso ela não deu à luz o seu filho em Nazaré, mas em Belém.

Com certeza Maria podia se lembrar bem dos detalhes deste primeiro nascimento. Ela guardou todas essas coisas no coração dela. Também a visita dos PASTORES, que apareceram de repente no meio da noite para ver a criança. Eles contaram uma história maravilhosa e disseram que ouviram a notícia do nascimento de uma maneira extraordinária: da boca de um anjo!! Esse anjo lhes tinha dito que o MESSIAS nasceu na cidade de Davi, em Belém. Eles deviam procurá-lo e buscar uma criança enrolada em panos e deitada em manjedoura. Então, fazendo isso, eles chegaram finalmente ao lugar onde estavam José e Maria. Um grupo de homens sujos e desconhecidos que pediram licença para ver o bebê. Um momento inesquecível!...Para ler mais, clique aqui.

T: Apoc. 12, 13-18

L: Salmo 124

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

As revelações feitas em Apocalipse 12 nos mostram que a história desse mundo tem dois lados. O lado visível e o lado invisível. Ontem – pelas retrospectivas do ano – nós podíamos ver as coisas visíveis que aconteceram durante este ano de [2009]. Mas existe também um lado invisível: um lado espiritual. Jesus Cristo conhece este lado e nos informa sobre este lado aqui em Apocalipse 12. Ele nos revelou o lado invisível no dia do Natal: a guerra nos corredores de Natal; Ele nos revelou o lado invisível depois da sua Ascensão: a batalha que houve no céu. E no final ele nos revela o que vai acontecer no final dos tempos: A luta espiritual entre Satanás e a igreja de Cristo.

Agora, irmãos, lendo Apocalipse 12, nós podemos notar um detalhe interessante a respeito do final dos tempos. Existem três expressões diferentes a respeito desse tempo neste capítulo. A primeira indicação está em vs. 6, que diz que Deus sustentará a mulher no deserto durante mil duzentos e sessenta dias; a segunda indicação está em vs. 12, que diz que o Dragão chegou na terra sabendo que pouco tempo lhe resta; e a terceira indicação está em vs. 14, que repete vs. 6 e diz que Deus sustentará a mulher no deserto durante um tempo, tempos e metade de um tempo. Três expressões diferentes para indicar o final dos tempos. Três expressões diferentes, porque são feitas de três pontos de vista diferentes. Do ponto de vista da Igreja, do ponto de vista do Diabo e do ponto de vista de Deus.

JESUS TRAZ CONSOLO PARA A SUA IGREJA NO FINAL DO ANO de [2014] OBSERVANDO O FINAL DOS TEMPOS.

  • O Final dos tempos será longo e difícil para a igreja;
  • O Final dos tempos será curto para o Dragão;
  • O Final dos tempos será cortado por Deus;

 

Vamos observar a primeira expressão. Ela está ligada com a situação da mulher, que fugiu para o deserto e que será sustentada por Deus durante mil duzentos e sessenta dias. O texto fala sobre o tempo depois da ascensão de Cristo. Este tempo é contado em várias maneiras. Como já disse: vs. 14 diz um tempo, tempos e metade de um tempo; vs. 12 diz: pouco tempo; e vs. 6 diz: mil duzentos e sessenta dias; Todas às vezes se fala sobre o mesmo tempo. Mas de uma maneira diferenciada, porque o tempo é uma coisa relativa. Uma hora é nada para quem tem muitas coisas a fazer. A hora voa; mas uma hora é longa para quem está doente na cama e não tem nada a fazer. O tempo é relativo. Também nesse caso. Vamos ver!

Jesus nos revela que a mulher deve fugir para o deserto. O deserto serve como esconderijo!  O tempo no deserto deve ser considerado como o tempo num esconderijo. E o tempo num esconderijo é longo. Este tempo se conta em dias.

Li uma vez um livro sobre uma menina judaica, que estava num esconderijo durante a segunda guerra mundial. Anne Frank foi o nome dela. Ela estava num esconderijo por mais ou menos três anos. Foi muito tempo! Ela contava os dias. Todo dia foi longo porque nada aconteceu. E as poucas coisas que aconteceram, ela anotou no diário dela.

O deserto em Apocalipse 12 tem também um outro aspecto. A mulher fugiu para o deserto e isso nos lembra o livro de Êxodo. Israel também fugiu  para o deserto. O deserto era um esconderijo para Israel, mas também uma passagem para o país prometida. O tempo no deserto foi um tempo provisório. Um tempo que ia acabar. O tempo no deserto é um tempo cheio de esperança. E o tempo de esperança é também tempo longo. As crianças sabem disso. Muitas crianças estavam ansiosas para o final desse ano letivo: elas estavam esperando pelas férias! Parece que o tempo na escola anda muito lento. Algumas crianças já estavam contando os dias desde junho. Elas contaram os dias. [Tenho uma filha que completará ano no dia 21 de Janeiro e cada dia ela vem perto de me e me pergunta: quantos dias ainda? Ela está contando os dias, porque está cheia de esperança.]

            A igreja também! Já na época do apóstolo Pedro as pessoas estavam reclamando e perguntando (2 Pe. 3,4): Onde está a promessa da sua vinda? Pedro vivia nos primeiros anos depois da ascensão de Cristo; nós vivemos quase dois mil anos depois da ascensão de Cristo. Já não contamos mais os dias, talvez nem mais sejamos interessados na vinda de Cristo. Pensamos ...Para ler mais, clique aqui.

 

Texto: Eclesiastes 3, 1-13

Bom, irmãos,


Chegamos ao fim do ano de [2009]. O último dia do ano é sempre um momento rodeado de muita saudade. Um dia em que olhamos para trás. Todos os momentos importantes do ano anterior passam em nossa mente. Os jornais e a
televisão já deram uma recapitulação do ano passado. Eles refrescaram a nossa memória com os fatos importantes, ou seja, os fatos públicos que todo mundo podia ver através da mídia.

Mas há também os fatos pessoais, os quais vêm em nossa memória. Os momentos importantes da nossa igreja; além dos acontecimentos mais íntimos que se mostraram em nossa vida. Os momentos tristes e felizes deste ano que passou.

Pensando nisso, Eclesiastes 3 veio em minha mente. Vamos ler este texto:

Tudo neste mundo tem o seu tempo;
Cada coisa tem a sua ocasião.
Há tempo de nascer e tempo de morrer;
Tempo de plantar e tempo de arrancar;
Tempo de matar e tempo de curar;
Tempo de derrubar e tempo de construir;
Há tempo de ficar triste e tempo de se alegrar;
Tempo de chorar e tempo de dançar;
Tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las;
Tempo de abraçar e tempo de afastar;
Há tempo de procurar e tempo de perder;
Tempo de economizar e tempo de desperdiçar;
Tempo de rasgar e tempo de remendar;
Tempo de ficar calado e tempo de falar.
Há tempo de amar e tempo de odiar;
Tempo de guerra e tempo de paz.
O que é que a pessoa ganha com todo o seu trabalho?
Tenho visto todo trabalho que Deus dá às pessoas para que fiquem ocupadas.
Deus marcou o tempo certo para cada coisa.
Ele nos deu o desejo de entender as coisas,
Que já aconteceram e as que ainda vão..
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