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Leitura: Domingo 34A CdH

Texto: Salmo 19

 

Amados irmãos e irmãs,

 

Acabamos de cantar o S. 19:

“Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração,

O mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos”.

“São mais desejáveis do que ouro depurado,

São mais doces do que o mel e o destilar dos favos”.

 

Vocês entendem o que estavam dizendo? Vocês concordam?

O seu coração começa a bater de alegria quando o pastor começa a ler os Dez Mandamentos no início do culto? Os seus olhos começam a brilhar?

 

Imagine que você tem duas opções nas próximas dez semanas:

  1. Você pode se reunir com seus amigos e comer um queijinho com mel e beber uma “pituzinha”, cada domingo

OU

2. Se reunir na igreja e ouvir um sermão sobre os Dez Mandamentos?

 

1. Sair no domingo para trabalhar e ganhar muito dinheiro;

OU

2. Se reunir na igreja e ouvir um sermão sobre os Dez Mandamentos?

Você ia fazer o quê? Não pensem no pastor, por um momento, nem nos presbíteros. Você está livre para escolher. Você ia fazer o quê? Você acabou de cantar:

“Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração,

O mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos”.

“São mais desejáveis do que ouro depurado,

Leitura: Domingo 42 CdH

Texto: Lucas 16, 1-15

Queridos irmãos, irmãs,

Por um momento, nesta semana, pensei na possibilidade de limitar este sermão sobre o oitavo mandamento à leitura do oitavo mandamento junto com o comentário do Catecismo. Seria um sermão bem breve, mas claro. Todo mundo poderia entender e não ia se perder nas muitas observações que qualquer pregador traz. Mas, pensando um pouco mais sobre essa possibilidade, eu a rejeitei, porque provavelmente o efeito seria o mesmo de quando ouvimos os dez mandamentos no início do culto. Nós já ouvimos tantas vezes, que podemos repetir as palavras automaticamente: Não matarás, não adulterarás, não furtarás etc. Já gravamos em nossa memória e, por causa disso, muitas vezes nem ouvimos mais o que o pastor está dizendo. Só quando ele erra, ou quando ele usa outra palavra. Naquele momento, nós acordamos. Porém, os Dez Mandamentos não são como um cântico para as crianças antes de dormir; tem que repetir as palavras para que as crianças se cansem de ouvir e comecem a dormir. Não estou aqui para fazer vocês adormecerem, mas para vocês acordarem. Tenho que pregar e APLICAR este mandamento em suas vidas.

E tem mais, porque o oitavo mandamento não fala somente sobre o furto e o roubo; fala sobre muito mais, fala sobre os nossos bens e como devemos ganhar e administrar os nossos bens. Vamos ouvir mais sobre isso no sermão. O que eu quero enfatizar é o lado bom desse mandamento. Quando preguei sobre os 10 mandamentos em geral, eu já disse: Deus é bom e a Lei é boa. Ela aponta o pecado e nos avisa para não andar naquele caminho, mas ao mesmo tempo ela ensina também o caminho bom. O caminho de Deus. Dessa maneira vamos também observar o oitavo mandamento hoje de manhã:

 

O BOM DEUS SE PREOCUPA COM OS NOSSOS PRECIOSOS BENS POR MEIO DO OITAVO MANDAMENTO.

O OITAVO MANDAMENTO É BOM

  • PARA MIM;
  • PARA OS MEUS VIZINHOS;
  • PARA A NOSSA IGREJA;
  • PARA O NOSSO GOVERNO;

 

O OITAVO MANDAMENTO É BOM PARA MIM.

Quando o pregador diz: Não furtarás!, os ouvintes pensam, em primeiro lugar, em si mesmos. Todo mundo concorda com este mandamento e pensa em si mesmo: “Pois é! Não toca nas minhas coisas. O que pertence a mim é meu!” Parece que Deus coloca uma placa na entrada da nossa casa, dizendo: “Não Furtarás”. O aviso é para as pessoas de fora: os malandros, os vagabundos, os ladrões, que querem roubar ou furtar as coisas que ganhamos e guardamos em nossas casas ou em nossos carros. Não furtarás!... Para ler mais, clique aqui.

Domingo 2 CdH

 P. 3: Como você conhece sua miséria?

R.: Pela lei de Deus.

 

P. 4: O que a lei de Deus exige de nós?

R.: Isso Cristo nos ensina num resumo, em Mateus 22, 37-40:

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois dependem toda a lei e os profetas.

 

P. 5: Você pode guardar essa lei perfeitamente?

R.: Não, não posso, porque por natureza sou inclinado a odiar a Deus e a meu próximo.

 

Texto: Mateus 4,16; Mateus 22, 37-40

Leitura: Domingo 2 CdH

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

 

Há um texto na bíblia que diz:

“o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz”. (Is. 9, 1-2; Mt. 4,16).

 

Este texto é uma profecia de Isaías sobre Jesus Cristo.

Mateus usou esta profecia de Isaías para mostrar:

1) A nossa miséria,

2) A nossa salvação

Ou talvez seja melhor dizer: o nosso Salvador usou esta profecia, pois logo depois dessas palavras Mateus disse: “Daí em diante JESUS começou a pregar.

 

Jesus é a luz nas trevas; Jesus é a luz, que ilumina a nossa vida. Jesus é a luz que nos dá esperança; Jesus é a luz que nos mostra o caminho para o Reino de Deus. Uma luz é muito importante para uma pessoa que vive na escuridão. Imagine um pescador no alto mar, na escuridão. Ele não tem nada para se orientar, só as estrelas ou a luz do farol. A luz do farol lhe mostra o caminho para o porto seguro. Assim funciona a luz no nosso texto. Jesus é como um farol.

“o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz” (Is. 9, 1-2; Mt. 4,16).

Então, irmãos, Cristo é essa luz. Cristo dá salvação. Assim começa o Novo Testamento. Assim começa o evangelho. E o nosso Catecismo começa assim também, irmãos. Com outras palavras, mas com a mesma mensagem. A primeira pergunta para nós, que viviam ou ainda vivem nas trevas, é essa: “Qual é o seu único conforto na vida e na morte?”. ...Para ler mais, clique aqui.

Domingo 2

 

A) O Texto do catecismo

 

Domingo  2

Pergunta 3. Como você conhece sua miséria?

Resposta: Pela lei de Deus.

Pergunta 4. O que a lei de Deus exige de nós?

  Resposta: Cristo nos ensina isso, em um resumo, em Mateus 22.37-40:

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.”. Este é o grande e primeiro mandamento.

O segundo, semelhante a este, é: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas”.

Pergunta 5. Você pode guardar essa lei perfeitamente?

Resposta: Não, não posso, porque por natureza sou inclinado a odiar a Deus e a meu próximo.

 

B) A Introdução;

Este domingo começa com o pressuposto de que o homem não tem um bom conhecimento de si mesmo. A sua mente é pervertida pelo pecado e a sua maneira de observar as coisas é seletiva. Os seus olhos são ruins e por causa disso ele não enxerga bem as coisas ao redor dele; ele precisa de óculos. Óculos santos com lentes puras, que o ajudam a observar bem a sua vida e o mundo ao redor dele.

Deus lhe oferece estes óculos, sendo a lei de Deus, que é santa e pura. Esta lei lhe oferece uma norma que o ajuda a avaliar as coisas que acontecem. Estes óculos lhe servem para descobrir o que falta na vida de todas as pessoas e, consequentemente, também na sua própria vida. O que nos falta é o amor. Devemos amar a Deus rigorosamente e profundamente. Mas não conseguimos. Essa é a nossa miséria.

 

C) Tema;

O domingo anterior terminou com a pergunta: o que você deve saber para viver e morrer nesse fundamento? E a resposta foi a seguinte: Primeiro, conhecer como são grandes meus pecados e minha miséria. O Domingo 2 continua na mesma linha de pensamento e começa a falar sobre a nossa miséria. Ele quer explicar como nós conseguimos conhecer a nossa miséria e por causa disso ele nos aponta para a lei de Deus. Então o tema é: como conhecer a sua miséria e a profundidade dos nossos pecados.

D) A Luz das Sagradas Escrituras;

O Catecismo, de si mesmo, já apresenta um texto bíblico para nos ajudar a conhecer a nossa miséria, sendo o resumo da lei, que encontramos em Mateus 22, 37-40. Podemos dizer que o nosso Catecismo mostra grande sabedoria, começando assim, usando esta palavra de Jesus sobre o Grande Mandamento de Deus para analisar e examinar a vida do homem. O Grande mandamento examina o coração, a alma e a mente das pessoas para descobrir os pensamentos e propósitos do nosso coração. Esta palavra é como um catalisador, que causa uma reação química e mostra logo o Ph da água que é examinada; da mesma maneira, este Grande mandamento mostrará como está a qualidade da nossa vida: se tivermos amor, sim ou não. ...Para ler mais, clique aqui.