Leitura: Domingo 3 CdH

Texto: Gênesis 1, 26-27

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Há uma música bem famosa aqui no Brasil, que se chama “Seres Humanos”. Acho que todo mundo aqui conhece bem essa música. Num certo momento, o cantor diz: “Mas que negócio é esse de que somos culpados de tudo que há de errado sobre a face da terra! Buscamos apoio nas religiões e procuramos verdades em suposições. Católicos, judeus, espíritas e ateus: somos maravilhosos. Afinal, somos filhos de Deus”. O cantor acredita nisso: Todos somos filhos de Deus!

Essa ideia é bem forte aqui no Brasil. Muitos pensam assim: somos todos filhos de Deus; somos todos criados de acordo com a imagem de Deus. Qualquer homem reflete essa imagem de Deus. A ideia é essa: Somos seres humanos. Só queremos a vida mais linda. Não somos perfeitos...ainda...

Neste ponto, há um conflito entre a filosofia desse cantor e o nosso catecismo. O Catecismo também fala sobre o homem, que foi criado de acordo com a imagem de Deus. Ele diz: Deus criou o homem bom e à sua imagem: isto é, em verdadeira justiça e santidade. Mas a natureza do homem foi corrompida quando ele caiu em pecado. Depois da sua queda, o homem ficou tão corrompido que não consegue fazer bem algum; qualquer homem é inclinado a todo mal. Então, a pergunta é essa: o homem ainda manifesta a imagem de Deus? Qualquer homem nos oferece tal imagem?

Os ateus, que não saber de nada de Deus, refletem a imagem dEle? E os homens mais perversos que viveram nesse planeta, refletiam? Homens perversos como Hitler, Stalin, Saddam Hussein, refletiam a imagem de Deus? OU vamos para o outro lado: os homens mais piedosos nos mostram a imagem de Deus? O papa, da Igreja Católica... Para ler mais, clique aqui.

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Leitura: Domingo 2 CdH

Texto: Mateus 22, 34-40

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Quero começar contando uma história que já contei uma vez, mas não a todos. Essa história aconteceu no campo missionário na Indonésia. Os missionários foram para lá pregando o evangelho, falando sobre Jesus Cristo e também sobre o Grande Mandamento. Eles entraram nas florestas e converteram várias tribos, começando com as mulheres e, finalmente, também os seus líderes.

O trabalho dos missionários foi abençoado, mas, de repente, um dos grandes líderes não apareceu mais na igreja, afastou-se, e voltou à religião dos seus antigos. Um dos missionários o procurou, porque queria saber o que tinha acontecido. O líder não quis falar, mas depois de muito insistir, ele finalmente disse: “Prefiro voltar para a religião dos meus pais e ancestrais do que ficar na igreja. A religião dos meus pais é muito mais fácil do que a religião que vocês pregam. A religião dos meus pais tem 999 regras e mandamentos, que posso cumprir facilmente, mas a religião do vosso mestre Jesus é impossível. Ele pede meu coração, minha alma e todo o meu entendimento. Não consigo lhe dar. Isso é impossível”.

Essa experiência se tornou uma boa oportunidade para falar sobre o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo, mas este exemplo nos mostra também, claramente, o problema que nós temos com o Grande Mandamento que Deus nos deu. Hoje vamos dar mais atenção a isso: Ao Grande Mandamento e à nossa Miséria!

O grande Mandamento de Deus nos mostra a nossa grande Miséria.

  • O Grande Mandamento de Deus;
  • A Grande Miséria do Homem;
  • O Grande Sacrifício de Jesus.
  1. O Grande Mandamento de Deus…. Para ler mais, clique aqui.

 

Domingo 3

 

A) O texto do catecismo

 

Domingo  3

Pergunta  6.  Mas Deus criou o homem tão mau e perverso?

Resposta:  Não, Deus criou o homem bom e à sua imagem, isto é, em verdadeira justiça e santidade,  para conhecer corretamente a Deus,  seu Criador, amá-lo de todo o coração, e viver com Ele em eterna felicidade,  para louvá-lo e glorificá-lo.

 

Pergunta  7.  De onde vem, então, essa natureza corrompida do homem?

Resposta:  Da queda e desobediência dos nossos primeiros pais, Adão e Eva, no paraíso.

Ali, nossa natureza tornou-se tão envenenada, que todos nós somos concebidos e nascidos em pecado.

 

Pergunta 8.  Mas somos tão corrompidos que não conseguimos fazer bem algum e somos inclinados para todo o mal?

Resposta:  Somos sim, se não nascermos de novo pelo Espírito de Deus.

 

B) A Introdução;

Este domingo é muito pesado, quando analisamos o seu conteúdo. Há três respostas que tocam tópicos profundos da doutrina da igreja. A primeira resposta (R. 6) fala sobre a criação do homem de acordo com a imagem de Deus (que já é um tópico bem discutido); a segunda resposta (R. 7) fala sobre a queda do homem no paraíso; e a terceira resposta (R. 8) toca a doutrina do pecado original, que se estendeu a todos os homens; e ela explica a incapacidade total do homem de fazer bem algum; e além disso fala também sobre a necessidade da regeneração.

É impossível tratar todos estes assuntos em um só sermão de tal maneira que todas as partes serão bem elaboradas. O sermão ficaria muito pesado e muito longo.

Por outro lado devemos dizer que não seria aconselhável dividir este domingo em duas ou três partes, porque este domingo não fala principalmente sobre a criação do homem de acordo com a imagem de Deus, mas sobre as origens da nossa miséria.  Toda ênfase deve cair nessa questão: de onde veio o mal e como isso nos afeta?

Isso não quer dizer que o pregador não pode falar sobre a criação do homem de acordo com a imagem de Deus. Isso pode sim, mas sempre no contexto da nossa miséria e não para pregar sobre a criação do homem em si.  Quem quer pregar sobre a criação, deve fazer isso quando chega ao Domingo 9. Ali terá a oportunidade de falar sobre a imagem de Deus, porque a imagem de Deus se manifesta em nós, quando somos regenerados para serem filhos de Deus.  O homem perdeu esta imagem e este...Para ler mais, clique aqui.

Domingo 2 CdH

 P. 3: Como você conhece sua miséria?

R.: Pela lei de Deus.

 

P. 4: O que a lei de Deus exige de nós?

R.: Isso Cristo nos ensina num resumo, em Mateus 22, 37-40:

“Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois dependem toda a lei e os profetas.

 

P. 5: Você pode guardar essa lei perfeitamente?

R.: Não, não posso, porque por natureza sou inclinado a odiar a Deus e a meu próximo.

 

Texto: Mateus 4,16; Mateus 22, 37-40

Leitura: Domingo 2 CdH

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

 

Há um texto na bíblia que diz:

“o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz”. (Is. 9, 1-2; Mt. 4,16).

 

Este texto é uma profecia de Isaías sobre Jesus Cristo.

Mateus usou esta profecia de Isaías para mostrar:

1) A nossa miséria,

2) A nossa salvação

Ou talvez seja melhor dizer: o nosso Salvador usou esta profecia, pois logo depois dessas palavras Mateus disse: “Daí em diante JESUS começou a pregar.

 

Jesus é a luz nas trevas; Jesus é a luz, que ilumina a nossa vida. Jesus é a luz que nos dá esperança; Jesus é a luz que nos mostra o caminho para o Reino de Deus. Uma luz é muito importante para uma pessoa que vive na escuridão. Imagine um pescador no alto mar, na escuridão. Ele não tem nada para se orientar, só as estrelas ou a luz do farol. A luz do farol lhe mostra o caminho para o porto seguro. Assim funciona a luz no nosso texto. Jesus é como um farol.

“o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; sobre os que viviam na terra da sombra da morte raiou uma luz” (Is. 9, 1-2; Mt. 4,16).

Então, irmãos, Cristo é essa luz. Cristo dá salvação. Assim começa o Novo Testamento. Assim começa o evangelho. E o nosso Catecismo começa assim também, irmãos. Com outras palavras, mas com a mesma mensagem. A primeira pergunta para nós, que viviam ou ainda vivem nas trevas, é essa: “Qual é o seu único conforto na vida e na morte?”. ...Para ler mais, clique aqui.