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Berichten getagd ‘Natureza de Cristo’

O testemunho do Antigo Testamento sobre o Messias

T.Hebr. 4,14 – 5,10

 L.Domingo 6 CdH

 

 

Queridos irmãos,

Um Castigo. Todo mundo sabe o que isso quer dizer. Se uma pessoa fizer de propósito alguma coisa errada, ela será castigada. Se fizer alguma coisa errada na escola, a professora pode dizer: Saia da sala e fique no corredor! E se a criança for muito rebelde e fizer muitas coisas erradas, a diretora pode dizer: saia da escola e fique em sua casa. Num tal momento a criança é isolada. Ela é separada do grupo. Ela está sozinha. Esse é o castigo.

Deus também deu um castigo. Quando Adão e Eva pecaram, Deus disse: saia do paraíso! Então eles saíram do Paraíso, e não podiam mais entrar. Deus disse: Vocês pecaram. Vão para o inferno! Não por um minuto, mas para sempre. Esse é o seu castigo. Para vocês e para os seus filhos. Todos merecem isso. Nós também, pois somos filhos de Adão. Temos uma natureza pecaminosa, igual a Adão.

Por consequência, há uma multidão de gente que vive fora do paraíso. Isso quer dizer, fora do Reino de Deus. E eles não sabem como podem entrar. Alguns tentam se livrar do seu sentimento de culpa, falando bem de si mesmo. Outros entram numa terapia; outros ainda tentam se livrar do remorso fazendo muitas boas obras. Assim, todo mundo tenta se livrar do seu remorso, de uma maneira ou de outra. Assim é a sua vida, assim é a sua religião: se livrar do seu remorso; eles querem compensar a sua culpa através de muito zelo, oração e boas obras. Dessa maneira eles querem se livrar do castigo eterno.

Mas esta maneira é errada. Muitas pessoas tentam se justificar; elas querem se salvar. Mas elas esquecem que isso não é possível. Deus nos ensina que isso não é possível. Um homem não pode se salvar. O homem aumenta a sua culpa todos os dias. Tudo o que ele pensa, ou diz, faze-o impuro.

Jó já disse (15,14-15): Como o homem pode ser puro? Como pode ser justo quem nasce de mulher? Pois se nem nos seus santos Deus confia, e se nem os céus são puros aos seus olhos, quanto menos o homem, que é impuro e corrupto, e que bebe iniquidade como água. ...Para ler mais, clique aqui.

Cristo assumiu a verdadeira natureza humana.

T: Hebreus 2, 5-18

L: Domingo 14 CdH

             

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Todos nós somos concebidos, e depois nascemos. Esse é o caminho de todos os homens – sem reserva. Mas há um detalhe que não podemos negar: nenhum dos homens pode definir o momento do seu nascimento! Ninguém decide sobre o momento da sua concepção ou do seu nascimento. Sim, nem mesmo os nossos pais podiam controlar isso, pois pode ser que eles queriam ou não crianças, mas a decisão sobre isso vem de Deus mesmo. Como Jacó, um dia, disse à Raquel (Gn. 30, 2), que queria ansiosamente ter filhos: “Por acaso estou no lugar de Deus, que a impediu de ter filhos?”.

Então, irmãos, nós não podemos controlar o momento da nossa concepção, nem o momento do nosso nascimento. Isso faz uma grande diferença entre nós e Cristo, irmãos. O catecismo diz que o nosso Senhor Jesus Cristo se tornou verdadeiro homem. Isso pode ser entendido duma maneira passiva: isso aconteceu, ele se tornou verdadeiro homem; mas devemos entender como uma decisão dele.

Ele assumiu a verdadeira natureza humana da carne e sangue da virgem Maria...! Assim devemos entender isso. Ele ASSUMIU a verdadeira natureza humana. Ele mesmo fez isso, consciente e voluntariamente: Ele a assume, Ele a aceita; deixa-se nascer, duma maneira e num momento que Ele escolheu! Nós não podemos controlar o nosso nascimento, mas Ele pôde!

Podemos dizer que essa é uma informação crucial neste Domingo. Na edição original do nosso Catecismo está escrito que o nosso Senhor aceitou a natureza humana. Ele veio voluntariamente, sabendo o que estava fazendo, e aceitou a carne e o sangue como sua própria natureza. Ninguém o obrigou a fazer isso, mas Ele o aceitou por livre vontade. E não por uma parte...Para ler mais, clique aqui.

Cristo, o Filho do homem, verdadeiro Deus.

T: Mateus 16, 13-20

L: Domingo 13 CdH

             

Acabamos de ler a história do retiro de Jesus na região de Cesárea de Filipe; uma região alta ao norte de Israel. Um lugar afastado onde ele podia ficar com os seus discípulos sem ser atrapalhado pela multidão que estava o seguindo. Era um retiro, um momento em que ele podia falar calmamente com os seus discípulos.

Um momento para refletir. E, naquele momento, Jesus lhes perguntou: “Quem o povo diz que o Filho do Homem é?”. E, um pouco depois disso, ele disse: “E vocês? Quem vocês dizem que eu sou?

Essa pergunta parece um pouco estranha. Especialmente para aqueles que já conhecem Jesus. Todos os domingos ouvimos falar sobre Jesus Cristo, e todos os domingos nós confessamos: “creio em Jesus Cristo”.

Quem é Jesus? A resposta é clara: Jesus... é JESUS: o Salvador. O Cristo, que foi prometido por Deus. Toda criança que estuda numa escola cristã pode responder esta pergunta.

Será que é tão simples, irmãos?! Talvez vocês não tenham dificuldades com esta pergunta, mas na época de Jesus a situação não era tão simples. Olhem, por exemplo, para João Batista: um grande profeta, que anunciou a vinda do Cristo; mas quando ele estava na cadeia e ouviu sobre Jesus, ele mandou os seus alunos a ele com esta pergunta (Mt. 11, 2-3): “O Senhor é aquele que ia chegar ou devemos esperar outro?”. Em outras palavras: O Senhor é realmente o Cristo que os profetas anunciaram, ou fizemos um erro e devemos ainda esperar a vinda do Salvador? O fato de que Jesus é o Cristo, o Salvador, não era tão claro para todo mundo. Isso é claro para os crentes, mas para os descrentes não. Tem que se CRER nisso. Isso faz parte da nossa FÉ. E uma ...Para ler mais, clique aqui.

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