Berichten getagd ‘Sacrifício de Cristo’

Mais do que comoção, a morte de Cristo é sobre salvação.

T: João 18, 33 – 19, 16

L: Domingo 15 CdH

             

Amada congregação do Senhor Jesus Cristo,

 

Cada país e cada região tem seus próprios costumes e tradições para relembrar a morte de Cristo. Por exemplo, existe em Pernambuco o costume de relembrar a morte de Cristo através de um grande espetáculo de teatro (Paixão de Cristo). É uma das maiores peças de teatro do mundo, onde atores famosos procuram imitar as emoções dos sofrimentos de Cristo.

Nas Filipinas, o povo vai mais longe. Eles erigem várias cruzes, e voluntários se oferecem para serem crucificados. As mãos deles são furadas com pregos, e durante umas horas as pessoas ficam penduradas nas cruzes. Assim são feitos vários espetáculos para relembrar a morte de Cristo. As multidões ficam emocionadas.

E a loucura não tem limites. Surgem até pessoas que dizem ser o Cristo. Talvez os irmãos já tenham ouvido de uma pessoa que apareceu num programa sensacionalista de televisão, mostrando as cicatrizes de suas mãos, que tinham sido furadas. Aquela pessoa afirmava ser o Cristo. Assim aconteceu o que o próprio Senhor Jesus já tinha predito: “Aparecerão falsos cristos” (Mt. 24, 23-24).

Mas, irmãos, falando da morte de Cristo, o que seria o mais importante? Será que o mais importante é ter conhecimento dos acontecimentos? Ou será que devemos valorizar, antes de mais nada, as emoções comoventes?

Neste momento é bom vermos o que a antiga igreja cristã confessou a respeito da morte de Cristo no Credo Apostólico. Os irmãos dos primeiros séculos confessaram o seguinte: “Cristo padeceu sob Pôncio Pilatos. Ele foi crucificado.”. Só isto! A antiga igreja se contentou em apenas mencionar que o Senhor Jesus morreu sob o governador Pôncio Pilatos, e que o meio de sua morte foi a crucificação. Esta confissão...Para ler mais, clique aqui.

O sumo-sacerdote ascendeu aos céus

T: João 18, 33 – 19, 16

L: Domingo 15 CdH

             

Amada congregação do Senhor Jesus Cristo,

 

Cada país e cada região tem seus próprios costumes e tradições para relembrar a morte de Cristo. Por exemplo, existe em Pernambuco o costume de relembrar a morte de Cristo através de um grande espetáculo de teatro (Paixão de Cristo). É uma das maiores peças de teatro do mundo, onde atores famosos procuram imitar as emoções dos sofrimentos de Cristo.

Nas Filipinas, o povo vai mais longe. Eles erigem várias cruzes, e voluntários se oferecem para serem crucificados. As mãos deles são furadas com pregos, e durante umas horas as pessoas ficam penduradas nas cruzes. Assim são feitos vários espetáculos para relembrar a morte de Cristo. As multidões ficam emocionadas.

E a loucura não tem limites. Surgem até pessoas que dizem ser o Cristo. Talvez os irmãos já tenham ouvido de uma pessoa que apareceu num programa sensacionalista de televisão, mostrando as cicatrizes de suas mãos, que tinham sido furadas. Aquela pessoa afirmava ser o Cristo. Assim aconteceu o que o próprio Senhor Jesus já tinha predito: “Aparecerão falsos cristos” (Mt. 24, 23-24).

Mas, irmãos, falando da morte de Cristo, o que seria o mais importante? Será que o mais importante é ter conhecimento dos acontecimentos? Ou será que devemos valorizar, antes de mais nada, as emoções comoventes?

Neste momento é bom vermos o que a antiga igreja cristã confessou a respeito da morte de Cristo no Credo Apostólico. Os irmãos dos primeiros séculos confessaram o seguinte: “Cristo padeceu sob Pôncio Pilatos. Ele foi crucificado.”. Só isto! A antiga igreja se contentou em apenas mencionar que o Senhor Jesus morreu sob o governador Pôncio Pilatos, e que o meio de sua morte foi a crucificação. Esta confissão...Para ler mais, clique aqui.

O Senhor é perfeitamente puro e justo em seus juízos.

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Texto: Isaías 6, 1-7

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Podemos dizer que a profecia de Isaías 6 é uma das mais impressionantes da Bíblia. O que Isaías experimentou é muito especial. Ele VÊ o Senhor. Em toda Sua Majestade. Em toda Sua santidade celestial. Isso não acontece todos os dias. Só poucas pessoas experimentaram isso. Profetas. E nem todos eles; só alguns.

Moisés, por exemplo, descobriu a presença de Deus na sarça, que não se consumia; e Elias teve um encontro com Deus (1 Reis 19) e ouviu uma brisa suave, e sabia que o Senhor se aproximara; Ezequiel tivera uma outra experiência: Ele viu o Senhor se aproximando numa tempestade.

Homens especiais. Eleitos por Deus. Isaías é como eles. Ele também recebeu uma revelação especial do Senhor: ele recebeu uma visão enquanto estava no templo. E o que ele viu foi impressionante. Nós podemos sentir isso. Isaías se sentiu pequeno. Ele disse: “Vi o Senhor sentado sobre um trono alto e elevado. A cauda da sua veste enchia o santuário”.

Então, irmãos! O templo era uma construção enorme, onde qualquer pessoa se sentia pequena. E neste templo enorme Isaías viu a cauda, a parte mais baixa da veste real do Senhor. Esta construção enorme está cheia da majestade de Deus, e o que Isaías viu foi só uma parte pequena disso.

Isaías se sente uma formiguinha, vendo a cauda da veste real do Senhor. Pequeno, ele é muito pequeno perante Deus. E este sentimento se torna mais forte por causa dos serafins. Estes seres celestiais enormes estão em redor do trono e anunciam como um coral de homens com voz baixa A SANTIDADE DE DEUS: SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR.

O Senhor é perfeitamente santo. Nele não há nenhum sentimento errado…. Para ler mais, clique aqui.

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