T: Gênesis 20

L: Gênesis 18, 1-15

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

 

Existe uma expressão que diz: até mesmo um burro não se machuca duas vezes na mesma pedra. Pensei nessa expressão quando li o que aconteceu em Gênesis 20. A história de Abrão aqui parece muito com a história encontrada em Gênesis 12. Abrão foi para o Egito, ele mentiu sobre Sarai, o Faraó a levou para sua casa, Deus o castigou e ele descobriu que Sarai era a esposa de Abrão. Isso aconteceu em Gênesis 12, e a mesma coisa acontece aqui em Gênesis 20. Abrão parece pior do que um burro, porque “até mesmo um burro não se machuca duas vezes na mesma pedra.

Mas depois fiquei pensando: não é assim. Abrão não se machucou duas vezes na mesma pedra. Na primeira vez ele estava no Egito, e mentiu contra o Faraó. Mas agora a situação é diferente. Não é contra o Faraó, mas contra Abimeleque, o rei dos Filisteus. O lugar é diferente: Abrão não está mais no Egito, mas em Gerar; o tempo é diferente: há uma diferença de 25 anos entre as duas histórias; a situação é diferente: Abrão e Sarai são mais velhos. Tudo é diferente. Quer dizer: não tudo! Quem não mudou foi o Senhor!! Ele reagiu da mesma maneira. O Senhor é fiel. É bom observar isso, irmãos. O Senhor é fiel. Podemos confiar nele. Ele é a rocha da nossa salvação.

As outras personagens não são bons exemplos para nós. Nenhum deles. Que pensar de Abrão, que entregou a mulher da sua vida, Sarai, nas mãos de um homem que ele apenas conhecia? E que pensar desse rei Abimeleque? O que ele quer com uma mulher de 90 anos? E Sara, a coitada! O que devemos pensar dela? Ela parece uma bolinha de pingue-pongue, que é jogada de um ... Para ler mais, clique aqui.

 

T: Gênesis 12, 10-19

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

 

Já observaram uma criança que começa a andar? Inicialmente ela aprende a andar segurando as mãos de um adulto. Mas num certo momento, ela mesma se levanta, dá alguns passos, e cai no chão. Ela está aprendendo, mas ainda não tem força o bastante e equilíbrio para andar sozinha.

Muitas vezes a vida de um crente começa assim também. Uma pessoa é chamada por Deus, se converte e começa a andar nos caminhos do Senhor. Mas ela ainda é como uma criança, ainda tem que aprender a andar sozinha. Muitas vezes uma pessoa começa a andar, dá alguns passos e cai em pecado, porque ainda não tem força e equilíbrio para andar sozinha.

Assim podemos observar também a vida do patriarca Abrão. Ele foi chamado por Deus. Ele devia sair da cidade idólatra de Ur e viajar para Canaã. Deus lhe deu grandes promessas: Abraão herdaria muita terra e Deus lhe daria uma grande descendência. Abraão acreditou nas promessas de Deus e saiu da cidade da sua família, e foi para Canaã. Ele começou a andar nos caminhos do Senhor.

Mas quando ele estava no país de Canaã, aconteceu um período de grande fome. Abrão começou a dar os seus primeiros passos sozinhos. Mas, como uma criança, ele logo caiu. Ainda não teve força o bastante e equilíbrio para andar sozinho e o Senhor, como Pai, o levantou para continuar a andar em seus caminhos. Assim devemos observar a história que lemos em Gênesis 12, 10-19.

 

Deus ajudou Abrão a andar em seus caminhos enquanto estava no Egito

  • A fraqueza de Abrão;
  • A força de Deus.

 

Irmãos, Abrão acabou de entrar no país prometido, Canaã, e logo acontece um desastre que forçou Abrão a mudar os seus planos. Ele estava no sul do país, perto do deserto de Negev, enquanto as chuvas pararam e havia fome naquela terra. Fome para os animais e fome para os homens. Não havia mais comida, nem no campo, nem na cozinha. Isso não era estranho, e acontecia muitas vezes. Uma vez pior do que as outras. Desta vez a fome era grande, como, por exemplo, nos dias de Jacó, quando houve uma fome que durou mais de sete anos.

Podemos nos imaginar, irmãos, que esta fome era uma provação para Abraão. Ele foi chamado por Deus para se mudar da Mesopotâmia para um outro país, onde Deus lhe abençoaria. E logo, logo isso acontece. Prestem atenção nisso! Porque muitas vezes tais coisas acontecem na vida de um crente. Ele é chamado para seguir a Deus, entra na igreja e pensa que tudo dará certo. Deus lhe abençoará, mas logo acontece alguma coisa que serve para provar a sua fé. E o que fazer? Têm crentes que logo desistem e saem da igreja, mas outros continuam, ... Para ler mais, clique aqui.

 

Texto: Eclesiastes 7, 16-18

 

“Não sejas demasiadamente justo e nem te tornes sábio demais:

Por que irias te destruir?

Não sejas demasiadamente ímpio e nem te tornes insensato:

Para que morrer antes do tempo?

É bom que agarres um sem soltar o outro,

Pois quem teme a Deus sai ileso”

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

 

O que Deus quer nos ensinar com esse texto? Que o Caminho do meio é o mais seguro? Não sejas demasiadamente justo e não sejas demasiadamente ímpio. Nem um, nem o outro. OU melhor: não só um, mas também o outro. É bom que agarres um sem soltar o outro. Mas o que isso quer dizer? Devemos ser justos, sim, mas não demasiadamente justos. Isso quer dizer o quê? Quando somos demasiadamente justos? Não é bom ser justo? E o que isso quer dizer: não sejas demasiadamente ímpio?  Claro, não podemos ser ímpios, nem demasiadamente ímpios, mas podemos ser um pouco ímpios? Devemos ser um pouco insensatos? Podemos ser insensatos por um momento? Será que este texto proíbe as extremidades e defende o Caminho do meio?

 

A PALAVRA DE DEUS É O NOSSO GUIA SEGURO NOS CAMINHOS TORTOS PARA A VIDA ETERNA.

A palavra de Deus nos dá:

  • Uma admoestação: não seja demasiadamente justo;
  • Um aviso: não seja demasiadamente ímpio;
  • Uma exortação: tema a Deus.

 

  1. Não seja demasiadamente justo

Não seja demasiadamente justo. – Não seja demasiadamente ímpio. Estas palavras são bem conhecidas, irmãos. Muitas pessoas usam estas palavras para defender uma vida modesta. Não demasiadamente justo. – Não demasiadamente ímpio. Assim funciona este texto como exortação para não andar em extremidades. É melhor andar no caminho do meio.

Esta explicação parece boa, mas quando pensarmos bem sobre este texto devemos chegar à conclusão de que o texto não... Para ler mais, clique aqui.

 

Texto: Provérbios 20, 12      

Leitura: Mateus 20, 29-34

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

O ouvido que ouve e o olho que vê,

         O Senhor os fez, tanto um como o outro”.

Quando lemos este texto, nós nos perguntamos o que esta palavra do Senhor quer nos dizer.  Qual é a sabedoria dessa palavra?  Muitas pessoas tentaram resolver, mas muitas vezes o texto continua um enigma. Vamos também observar o texto e nos perguntar: o que Deus quer dizer a nós?

Não pode ser somente a ideia de que Deus criou o homem, os seus olhos, e os seus ouvidos, porque a Bíblia já revelou isso no livro de Gênesis. Um livro histórico que nos informa sobre os fatos da criação. O livro de Gênesis é assim, mas o livro dos Provérbios é diferente. Este livro fala sobre a sabedoria de Deus; sobre o temor do Senhor e sobre o Grande Mandamento: amar a Deus e amar aos nossos próximos. Este livro nos ensina como devem ser as nossas relações.

Nós devemos TER AMOR! Amor a Deus; e AMOR ao nosso próximo. A esposa, os pais, o filho, o amigo, o irmão, o pobre, o preguiçoso, o justo, o sábio, o rei etc. Os Provérbios mostram todas essas pessoas e nos explica como devemos tratá-las. Como devemos amá-las.

Agora, só é possível ter relações com essas pessoas se podemos VER E OUVIR; Uma pessoa que não pode ver, tem uma grande deficiência em construir relações, porque não pode ver. Mas ainda pode ouvir. O ouvido do cego é muito importante. O cego consegue ouvir detalhes que uma pessoa normal não consegue ver.

Então, imagine que o cego  perderá também a sua audição...!

Li uma vez um livro sobre um cego que foi maltratado por criminosos. Ele... Para ler mais, clique aqui.