T.: Rom 8, 1-11

L.: Dom. 17 CdH

 

Queridos irmãos e irmãs em Cristo Jesus,

 

Como será a nossa ressurreição?

Será da mesma maneira como nós acordamos de manhã?

Primeiramente o alarme toca: peeeh, peeeh, peeeh, peeeh.

Há um movimento na cama, debaixo dos lençóis;

Um braço aparece e desliga o som;

Depois volta pra baixo dos lençóis;

Cinco minutos depois disso o alarme toca de novo: peeeh, peeeh, peeeh.

E o mesmo ritual se repete.

Será que é assim, irmãos?

Existem pessoas que acordam dificilmente.

Será que eles acordarão da mesma maneira quando a última trombeta tocar?

 

Ou será que é assim: Um rapaz está no telefone e fala com a sua noiva;

Amor, amanhã chegarei na sua casa e vamos para um lugar bonito.

Vou chegar cedo e vou buzinar; você estará pronta?

Sim, meu amor, claro que estarei pronta. Pode contar comigo.

A noiva foi dormir, mas antes do sol nascer, ela já acordou e se preparou para sair logo quando o noivo chegasse em frente de sua casa.

 

É claro que o segundo exemplo está mais perto da nossa realidade, irmãos.

Cristo é o noivo que falou com a sua igreja e prometeu buscá-la.

A igreja vive nessa expectativa. Ela sabe que isso vai acontecer.

Ela está convencida disso, porque Cristo mesmo ressurgiu dos mortos e subiu ao céu

e recebeu todo poder para resolver todas as coisas, inclusive a nossa ressurreição.

 

O Catecismo fala sobre isso aqui em Domingo 17, quando fala sobre a ressurreição de Cristo. Ele começa com a pergunta: Que importância tem para nós a ressurreição de Cristo? Se eu fizesse a mesma pergunta a um de vocês, sem olhar para o Catecismo, com certeza a resposta seria: a ressurreição de Cristo é a nossa garantia de que nós também ressuscitaremos no... Para ler mais, clique aqui.