Domingo 16 CdH

P. 43. Que importância têm, para nós, o sacrifício e a morte de Cristo na cruz?

R. Pelo poder de Cristo, nosso velho homem é crucificado, morto e sepultado com ele, para que os maus desejos da carne não mais nos dominem, mas que nos ofereçamos a ele como sacrifício de gratidão.

Texto: Domingo 16 CdH
Leitura: Rm. 6, 1-14

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Hoje de manha celebramos a santa ceia e comemoramos a morte de Cristo. A morte de Cristo é apenas um fato histórico para muitas pessoas. Alguma coisa que aconteceu num outro país, numa outra cultura, e numa época muito distante daqui. Muitas pessoas sabem que Jesus morreu, mas isso não está influenciando a vida delas. Porque o que aconteceu, aconteceu. Elas não falam mais sobre isso. O assunto morreu.

Assim as pessoas reagem, muitas vezes, depois de um enterro comum; depois disso as pessoas dizem: Acabou! Não podemos mudar o que aconteceu. Devemos continuar, pois a vida continua. E isso é verdade. A vida continua. Também para as pessoas que ficaram atrás. A vida continua, mas não da mesma maneira, pois a vida mudou. Quando o seu marido, ou a sua patroa, ou a sua mãe falece, a vida continua, mas de uma outra maneira do que antigamente. Pois a viúva fica sozinha, a empregada fica sem trabalho, e os filhos ficam sem mãe. Eles devem continuar, mas a vida mudou e muitas vezes esta mudança não é fácil.

Podemos fingir que nada aconteceu, mas assim essas pessoas fogem da realidade. Quem fala assim, dizendo: “Acabou. Devemos continuar. A vida continua”, ele ou ela não entende ou não quer saber das consequências da morte de uma pessoa. Isso vale também para nós, quando falamos sobre a morte de Cristo. Quem diz ... Para ler mais, clique aqui.

 

T: Gênesis 12, 10-19

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

 

Já observaram uma criança que começa a andar? Inicialmente ela aprende a andar segurando as mãos de um adulto. Mas num certo momento, ela mesma se levanta, dá alguns passos, e cai no chão. Ela está aprendendo, mas ainda não tem força o bastante e equilíbrio para andar sozinha.

Muitas vezes a vida de um crente começa assim também. Uma pessoa é chamada por Deus, se converte e começa a andar nos caminhos do Senhor. Mas ela ainda é como uma criança, ainda tem que aprender a andar sozinha. Muitas vezes uma pessoa começa a andar, dá alguns passos e cai em pecado, porque ainda não tem força e equilíbrio para andar sozinha.

Assim podemos observar também a vida do patriarca Abrão. Ele foi chamado por Deus. Ele devia sair da cidade idólatra de Ur e viajar para Canaã. Deus lhe deu grandes promessas: Abraão herdaria muita terra e Deus lhe daria uma grande descendência. Abraão acreditou nas promessas de Deus e saiu da cidade da sua família, e foi para Canaã. Ele começou a andar nos caminhos do Senhor.

Mas quando ele estava no país de Canaã, aconteceu um período de grande fome. Abrão começou a dar os seus primeiros passos sozinhos. Mas, como uma criança, ele logo caiu. Ainda não teve força o bastante e equilíbrio para andar sozinho e o Senhor, como Pai, o levantou para continuar a andar em seus caminhos. Assim devemos observar a história que lemos em Gênesis 12, 10-19.

 

Deus ajudou Abrão a andar em seus caminhos enquanto estava no Egito

  • A fraqueza de Abrão;
  • A força de Deus.

 

Irmãos, Abrão acabou de entrar no país prometido, Canaã, e logo acontece um desastre que forçou Abrão a mudar os seus planos. Ele estava no sul do país, perto do deserto de Negev, enquanto as chuvas pararam e havia fome naquela terra. Fome para os animais e fome para os homens. Não havia mais comida, nem no campo, nem na cozinha. Isso não era estranho, e acontecia muitas vezes. Uma vez pior do que as outras. Desta vez a fome era grande, como, por exemplo, nos dias de Jacó, quando houve uma fome que durou mais de sete anos.

Podemos nos imaginar, irmãos, que esta fome era uma provação para Abraão. Ele foi chamado por Deus para se mudar da Mesopotâmia para um outro país, onde Deus lhe abençoaria. E logo, logo isso acontece. Prestem atenção nisso! Porque muitas vezes tais coisas acontecem na vida de um crente. Ele é chamado para seguir a Deus, entra na igreja e pensa que tudo dará certo. Deus lhe abençoará, mas logo acontece alguma coisa que serve para provar a sua fé. E o que fazer? Têm crentes que logo desistem e saem da igreja, mas outros continuam, ... Para ler mais, clique aqui.

Domingo 33 CdH

P. 88. Quantas partes há na verdadeira conversão do homem?

R. Duas: a morte do velho homem e o nascimento do novo homem.

 

P. 89. O que é a morte do velho homem?

R. É a profunda tristeza por causa dos pecados e a vontade de odiá-los e evitá-los cada vez mais.

 

P. 90. O que é o nascimento do novo homem?

R. É a alegria sincera, em Deus, por Cristo e o forte desejo de viver conforme a vontade de Deus em todas as boas obras.

Leitura: Domingo 33

Texto: Atos 16, 19-34

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Neste domingo nós vamos meditar sobre a verdadeira CONVERSÃO. A bíblia nos mostra várias histórias de conversão. Histórias inesquecíveis! Uma dessas histórias é a conversão do carcereiro em Filipos.

Que tipo de homem foi este carcereiro? Um homem corrupto? Um criminoso? Um homem com uma má fama? Provavelmente não! Ele foi o diretor da prisão. Ele era um homem, que o governo podia confiar. Ele recebeu uma posição de confiança. Então ele deve ter sido um bom oficial. Um bom administrador, que não foi corrupto. Um bom cidadão.


Mas como estava com o coração dele? Ele amava os seus próximos como a si mesmo? Todo dia ele tinha a oportunidade de mostrar isso. Pois cada dia ele via a miséria e os sofrimentos dos seus prisioneiros; cada dia ele via os criminosos na sua prisão. Homens que fizeram coisas erradas e que mereciam castigos. Mas por outro lado devemos dizer: estes homens, estes criminosos foram os seus próximos. Lendo a Bíblia, recebemos a impressão que ele foi um bom oficial, que fez o que ele devia fazer e nada mais..
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