Leitura: Domingo 3 CdH

Texto: Gênesis 1, 26-27

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Há uma música bem famosa aqui no Brasil, que se chama “Seres Humanos”. Acho que todo mundo aqui conhece bem essa música. Num certo momento, o cantor diz: “Mas que negócio é esse de que somos culpados de tudo que há de errado sobre a face da terra! Buscamos apoio nas religiões e procuramos verdades em suposições. Católicos, judeus, espíritas e ateus: somos maravilhosos. Afinal, somos filhos de Deus”. O cantor acredita nisso: Todos somos filhos de Deus!

Essa ideia é bem forte aqui no Brasil. Muitos pensam assim: somos todos filhos de Deus; somos todos criados de acordo com a imagem de Deus. Qualquer homem reflete essa imagem de Deus. A ideia é essa: Somos seres humanos. Só queremos a vida mais linda. Não somos perfeitos...ainda...

Neste ponto, há um conflito entre a filosofia desse cantor e o nosso catecismo. O Catecismo também fala sobre o homem, que foi criado de acordo com a imagem de Deus. Ele diz: Deus criou o homem bom e à sua imagem: isto é, em verdadeira justiça e santidade. Mas a natureza do homem foi corrompida quando ele caiu em pecado. Depois da sua queda, o homem ficou tão corrompido que não consegue fazer bem algum; qualquer homem é inclinado a todo mal. Então, a pergunta é essa: o homem ainda manifesta a imagem de Deus? Qualquer homem nos oferece tal imagem?

Os ateus, que não saber de nada de Deus, refletem a imagem dEle? E os homens mais perversos que viveram nesse planeta, refletiam? Homens perversos como Hitler, Stalin, Saddam Hussein, refletiam a imagem de Deus? OU vamos para o outro lado: os homens mais piedosos nos mostram a imagem de Deus? O papa, da Igreja Católica... Para ler mais, clique aqui.

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Leitura: Domingo 2 CdH

Texto: Mateus 22, 34-40

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Quero começar contando uma história que já contei uma vez, mas não a todos. Essa história aconteceu no campo missionário na Indonésia. Os missionários foram para lá pregando o evangelho, falando sobre Jesus Cristo e também sobre o Grande Mandamento. Eles entraram nas florestas e converteram várias tribos, começando com as mulheres e, finalmente, também os seus líderes.

O trabalho dos missionários foi abençoado, mas, de repente, um dos grandes líderes não apareceu mais na igreja, afastou-se, e voltou à religião dos seus antigos. Um dos missionários o procurou, porque queria saber o que tinha acontecido. O líder não quis falar, mas depois de muito insistir, ele finalmente disse: “Prefiro voltar para a religião dos meus pais e ancestrais do que ficar na igreja. A religião dos meus pais é muito mais fácil do que a religião que vocês pregam. A religião dos meus pais tem 999 regras e mandamentos, que posso cumprir facilmente, mas a religião do vosso mestre Jesus é impossível. Ele pede meu coração, minha alma e todo o meu entendimento. Não consigo lhe dar. Isso é impossível”.

Essa experiência se tornou uma boa oportunidade para falar sobre o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo, mas este exemplo nos mostra também, claramente, o problema que nós temos com o Grande Mandamento que Deus nos deu. Hoje vamos dar mais atenção a isso: Ao Grande Mandamento e à nossa Miséria!

O grande Mandamento de Deus nos mostra a nossa grande Miséria.

  • O Grande Mandamento de Deus;
  • A Grande Miséria do Homem;
  • O Grande Sacrifício de Jesus.
  1. O Grande Mandamento de Deus…. Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Domingo 22 CdH

Texto: 2 Co. 5, 1-9

 

Queridos irmãos, irmãos,

A parte final do Credo Apostólico fala sobre a pessoa e a obra do Espírito Santo. [Faz três semanas que o pr. Flávio pregou sobre o Domingo 20, que fala sobre a pessoa do Espírito Santo, e duas semanas atrás ele pregou sobre o Domingo 21, que fala sobre a oficina do Espírito Santo, que é a igreja]. Aqui na igreja o Espírito Santo está trabalhando com material precioso: com pessoas, como você e eu; pessoas pelas quais Cristo pagou um alto preço, derramando seu sangue. O Espírito Santo transforma essas pessoas numa comunidade de santos. Uma comunidade que é eleita para a vida eterna. O objetivo é esse. O plano é que vocês, como congregação cristã, finalmente se apresentem perante Deus, como filhos: herdeiros da vida eterna.

Para realizar esse objetivo, o Espírito Santo está trabalhando aqui na terra. Ele chama as pessoas para crer em Cristo; ele as ensina quem é Cristo e as exorta a seguir Jesus Cristo e a amá-lo; ele as reúne na igreja e dessa maneira - desde o Pentecostes - cresce a igreja de Cristo, que é destinada para a vida eterna. Vocês, irmãos, são uma pequena parte dessa igreja universal.

O Espírito Santo trabalha, também, em sua vida. Já dissemos isso no dia do seu batismo. Nós confessamos que os nossos filhos, embora concebidos e nascidos em pecado e por isso sujeitos a toda sorte de miséria, são santificados em Cristo; vocês têm um lugar especial neste mundo; vocês são separados do mundo para amar a Deus e para dedicar a sua vida a Ele; não por um momento, mas para sempre: eternamente. Com esse objetivo o Espírito Santo trabalha na tua vida, para te santificar mais e mais.

A nossa santificação é um processo contínuo, que dura até o final: desde o teu... Para ler mais, clique aqui.

Domingo 4 CdH

P. 9. Então, Deus exige do homem, em sua lei, o que este não pode cumprir. Isso não é injusto?
R. Não, pois Deus criou o homem de tal maneira que este pudesse cumprir a lei. O homem, porém, sob instigação do diabo e por sua própria rebeldia, privou a si mesmo e a todos os seus descendentes desses dons.

P. 10. Deus deixa sem castigo essa desobediência e rebeldia?
R. Não, não deixa, porque ele se ira terrivelmente tanto contra os pecados em que nascemos como contra os que cometemos, e quer castigá-los por justo julgamento agora, nesta vida, e na futura. Ele mesmo declarou: “Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da Lei, para praticá-las” (Gl. 3,10).

P. 11. Mas Deus não é também misericordioso?
R. Deus na verdade é misericordioso, mas também é justo. Por isso, sua justiça exige que o pecado cometido contra a sua suprema majestade seja castigado também com a pena máxima, quer dizer, com o castigo eterno em corpo e alma.

Texto: Domingo 4
Leitura: Salmo 103

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Hoje vamos falar sobre Domingo quatro do nosso Catecismo em combinação com a Santa Ceia; e esta combinação é complicada. Domingo 4 do nosso Catecismo combina com a Santa Ceia como um pingüim que anda no deserto; ou como um leão na Antártica. O contraste entre Domingo 4 e a Santa Ceia é enorme. O domingo 4 fala sobre a ira de Deus, e a Santa Ceia fala sobre a misericórdia de Deus. Esse Domingo é o fundo do poço da nossa miséria.

Domingo 3 já mostrou que o homem é completamente corrompido e inclinado para todo mal. Domingo 4 continua e diz que tal homem está culpado perante Deus. Deus não deixa sem castigo essa rebeldia e desobediência do homem. Ao contrario: Deus SE IRA TERRIVELMENTE tanto contra os pecados em que nascemos como contra os que cometemos e quer castigá-los nesta vida e na futura.

Deus condenou o homem, dizendo: maldito todo aquele, que não permanece em todas as coisas escritas no livro da lei. Deus disse isso na sua ira. E não nos ajuda pensar na misericórdia de Deus, porque a misericórdia de Deus não prevalece sobre a justiça de Deus! A misericórdia de Deus anda junto com a Justiça de Deus, com mãos dadas. Então, a conclusão de Domingo 4 é essa: DEUS SE IRA TERRIVELMENTE CONTRA TODOS OS HOMENS E TODAS AS MULHERES POR CAUSA DA SUA CORRUPÇÃO. ... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Domingo 19

Texto: Efésios 4, 7-16

Queridos irmãos/irmãs,

O Domingo 19 do nosso Catecismo explica a parte do nosso Credo Apostólico que diz que Cristo Jesus “subiu ao céu e está sentado à direita de Deus Pai, o Todo Poderoso; donde há de vir a julgar os vivos e os mortos”. Quer dizer: este Domingo está cheio de assuntos: Fala sobre o Reino de Deus, O Governo de Cristo, a volta de Cristo e o último Julgamento. E ligado a isso há outros assuntos, como, por exemplo, a questão de se Cristo voltará duas vezes; uma vez para estabelecer o Milênio - o governo dele que durará mil anos -, e outra vez para destruir todos os seus inimigos. Os pós-milenistas e os pré-milenistas têm opiniões bem detalhadas sobre isso. O catecismo não toca nesse assunto, então não vou entrar nesse debate, nem quero falar sobre o futuro, mas quero me limitar ao presente. O que o Reino de Cristo significa para nós, hoje?

 

1. Cristo é Rei. Ele tem todo poder!

 

Hoje em dia muitas pessoas têm dúvidas sobre isso. Elas sabem que a Igreja confessa isso, mas elas não experimentam isso em sua vida. Cristo é rei. Okay! Mas ele tem também poder? Há reis que vivem em exílio. Oficialmente ele tem o direito de ser rei, mas de fato ele não tem nenhum poder, porque foi expulso e vive fora do seu país. Um rei em exílio.

A situação de Jesus Cristo se parece com essa para muitas pessoas. Elas podem acreditar que ele tem o direito de ser rei, mas ele não tem poder. Porque SE tiver todo poder, no céu e na terra, o mundo não deveria ser diferente? Melhor? Se alguém chega ao poder, ele vai mudar as coisas de acordo com a sua política. Ele recebeu toda autoridade, e de acordo com essa autoridade ele governa. Não é assim?

Sim, normalmente funciona assim, mas nem sempre. Pode ser que o rei se esforça ao máximo para fazer coisas boas, mas há uma oposição que é resistente. E a resistência pode ser tão grande que ele não consegue realizar seus planos. Essa possibilidade existe. Veja a situação política aqui no Brasil. Temos um presidente que quer realizar seus planos, mas há também muita resistência da oposição... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Ec. 3, 1-11

Texto: Domingo 10 CdH

 

Queridos irmãos e irmãs,

Às vezes eu faço uma pequena lista de coisas que devo fazer;

Uma mini agenda.

Lendo o Domingo 10, parece-me que o nosso Deus também tem uma agenda;

Uma agenda enorme. E esta agenda de Deus parece bem organizada:

Ervas e plantas;

Chuva e seca;

Anos frutíferos e infrutíferos;

Comida e bebida;

Saúde e doença;

Riqueza e pobreza,

E o resto das coisas.

Tudo bem organizado. Numa boa ordem, de acordo com o nosso Catecismo.

Mas o que isso quer dizer? Deus trabalha assim? A mão de Deus está providenciando tudo isso? Saúde para fulano, doença para beltrano; comida aqui, fome ali; tudo bem distribuído no mapa do mundo; a riqueza no norte do globo e a pobreza embaixo da linha do equador.

Falando sobre isso dessa maneira, as coisas parecem banais. Será que a providência de Deus funciona assim, irmãos? Deus divide todas essas coisas, o bem e o mal, e cada um recebe a sua porção? Hoje em dia, muitas pessoas pensam assim. Deus é arbitrário e inconstante. Num momento bonzinho, e no outro momento irritado. Aqui tem abundância, e ali escassez. A sua vida anda cheia de desastres, e na casa da vizinha há prosperidade. Isso causa inveja, e uma pessoa se pergunta por que acontecem tantas coisas em sua vida enquanto na vida dos outros tudo está em paz. Deus sabe o que está fazendo? Posso confiar nele?

O Domingo 10 é muito bonito se tudo estiver andando bem na sua vida, mas quando as coisas mudam e a vida do crente passa por momentos ruins, o brilho do Domingo 10 desaparece e fica difícil aceitar que TUDO vem da mão de Deus. Chuva E SECA! Anos frutíferos e INFRUTÍFEROS; saúde... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Domingo 48B CdH

Texto: Efésios 4, 7-16

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Mais uma vez vamos dar atenção à segunda petição da oração “Pai Nosso”: Venha o teu Reino. Domingo passado já tratamos essa petição pela primeira vez e observamos que essa petição tem vários aspectos. Quando oramos “venha o teu reino”, devemos pensar na obra da regeneração do Espírito de Deus em nossa vida.

 

Venha o teu Reino! Isso quer dizer: Na minha vida; no meu coração!

Venha o teu Reino! Quer dizer também: em nossa igreja!

Venha o teu Reino! No mundo perverso;

Venha o teu Reino! Até no céu!

 

São quatro aspectos do reino de Deus. O reino de Deus deve se manifestar:

1) no meu coração;

2) na nossa igreja;

3) no mundo em redor de nós;

4) e até no céu.

Hoje vamos falar sobre o segundo aspecto: venha o teu reino na nossa igreja!

O nosso Catecismo abre os nossos olhos para este aspecto, porque ele diz no seu comentário: “Governa-nos por tua Palavra e por teu Espírito de tal maneira que, cada vez mais, nos submetamos a ti”. Esse é o aspecto particular do reino de Deus. Mas ele fala também sobre o aspecto eclesiástico do reino de Deus, dizendo: “conserva e aumenta tua igreja”.

Prestem atenção que o catecismo diz: “conserva e aumenta a tua igreja”. É bom observar isso. A igreja é de Cristo!! Nós somos de Cristo! O primeiro aspecto já mostra isso. A igreja somos nós! E nós somos ungidos pelo Espírito de Cristo. Isso quer dizer: o Espírito de Cristo habita em nós; somos de Cristo, pertencemos a Cristo.

O Artigo 27 da Confissão Belga fala sobre a igreja e diz: Cremos e confessamos uma só igreja católica ou universal. Ela é uma santa congregação e assembléia dos verdadeiros crentes em Cristo, que esperam toda a sua salvação de Jesus Cristo, lavados pelo seu sangue, santificados e selados pelo Espírito Santo... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Domingo 48 CdH

Texto: Mt. 13, 31-32

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Hoje chegamos a tratar a segunda petição da oração “Pai Nosso”. Cristo nos ensinou a orar: Pai, venha o teu Reino! Então, o tema para hoje é o reino de Deus.

Sabemos que este tema é um tema importante nos evangelhos. Foi um dos temas principais na pregação de Jesus. Ele sempre disse: arrepende-te, porque o reino dos céus está perto. E essa pregação chegou ao seu clímax no dia em que Jesus Cristo subiu ao céu.

[Talvez vocês se lembrem da pregação no dia em que comemoramos a ascensão de Cristo. (Slides (ordem inversa) Jesus Cristo rei dos Judeus)]. Haverá um dia em que Jesus voltará em sua glória sob as nuvens; e todo olho o verá. Todo mundo observará Jesus como Rei.

Neste momento Jesus é rei. Ele conquistou os corações; ele conquistou o mundo; por meio da pregação do evangelho. Os apóstolos eram seus mensageiros. Eles pregaram o evangelho, enquanto foram guiados pelo Espírito de Cristo. No dia da sua morte, o governador Romano, Pôncio Pilatos, escreveu em seu registro: morreu Jesus Cristo, o Rei dos Judeus. Pilatos o considerou assim: como Rei dos Judeus!

Mas Jesus lhe disse: O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus ministros se empenhariam por mim, para que não fosse eu entregue aos judeus; mas agora meu reino não é daqui!

O reino de Cristo vem dos céus; vem de Deus. Este reino é espiritual! Os discípulos aprenderam isso no dia da ascensão de Jesus Cristo. Eles lhe perguntaram (Atos 1,6): Senhor, será este o tempo em que restaures o reino a Israel? E Jesus lhes respondeu: Não vos compete conhecer tempos ou épocas que o Pai... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Domingo 6 CdH

Texto: Apocalipse 5

 

Amados irmãos em Cristo,

[No domingo passado, o Pr. Flávio pregou sobre o domingo 5 do Catecismo, que começa a falar sobre a nossa Salvação.] Como podemos ser salvos? A conclusão desse domingo foi essa: Precisamos de um MEDIADOR! A última pergunta se referiu a isso: QUE TIPO DE MEDIADOR E SALVADOR, ENTÃO, DEVEMOS BUSCAR? E a resposta foi: O MEDIADOR deve ser um homem verdadeiro e justo, contudo, mais poderoso que todas as criaturas; portanto, alguém que é, ao mesmo tempo, verdadeiro Deus.

Assim terminou o quinto domingo do nosso Catecismo; e hoje vamos ouvir mais sobre este assunto. O sexto domingo continua a falar sobre O MEDIADOR de que nós precisamos. Ele oferece duas coisas: em primeiro lugar, uma teologia do Mediador, e em segundo lugar, o fundamento bíblico dessa teologia. Quer dizer, a ideia de que precisamos de um Mediador não é uma invenção dos teólogos reformados que criaram esse Catecismo, mas ela é uma revelação de Deus. Deus nos revelou, por meio de profecias e visões, que tipo de Mediador nós precisamos para ser salvos.

Para deixar isso bem claro, esse domingo termina com a pergunta: Como você sabe disso? E a resposta diz: Pelo santo evangelho que o próprio Deus, de início, revelou no paraíso. Depois mandou anunciá-lo pelos santos patriarcas e profetas, e o prefigurou através dos sacrifícios e das outras cerimônias do Antigo Testamento. Finalmente, o cumpriu por seu único Filho...!

Meus irmãos, já notaram isso? Aqui vocês têm UM RESUMO da teologia Bíblica de TODAS AS SAGRADAS ESCRITURAS. Uma teologia CRISTOCÊNTRICA que une o Antigo Testamento ao Novo Testamento. O elo divino que une todos os sessenta e seis livros da Bíblia é CRISTO! Se alguém quer saber o conteúdo da Bíblia, dessa pequena biblioteca de 66 livros, você pode responder e dizer: A Bíblia fala sobre ... Para ler mais, clique aqui.

L.: Domingo 49 Catecismo [2020]

T.: Lc. 22, 39-46

 

Queridos irmãos e irmãs,

 

Nós vivemos em tempos difíceis. Estamos no meio de uma crise global, causada pelo Corona vírus. Nós nos parecemos com o povo de Israel, quando ainda estava no Egito, antes da instituição da Páscoa. Eles receberam de Deus a ordem de entrar em suas casas, fechar as portas e ficar em isolamento, para que o anjo da morte não entrasse em suas casas. Nós recebemos, também, a ordem de ficar isolados em nossas casas, para que o vírus não entre.

Então, estamos em tempos difíceis; Deus parou o mundo, para que o mundo abra os olhos e pense em sua fragilidade e procure o seu socorro em Deus, o Pai de Jesus Cristo. Este tempo de isolamento é, ao mesmo tempo, uma oportunidade para orar, meus irmãos! Procurar a Deus em oração. Jesus nos ensinou a orar. A dizer: Pai nosso, glorificado seja o teu nome, venha o teu reino, e seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.

Hoje à noite vamos dar atenção à terceira petição:  Pai, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu! O que essa petição significa para nós? Nós sabemos que o próprio Jesus orou essa oração um pouco antes de morrer. Na noite em que foi traído, ele subiu ao Monte das Oliveiras para orar e disse: Pai, se queres, afaste de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua! 

Sabe, irmãos, estou curioso para saber como vocês entendem essa oração. Muitas pessoas, especialmente jovens, consideram essa oração como uma declaração de resignação. Um tipo de fatalismo. O que deve ser feito, deve ser feito, porque ninguém pode escapar do seu destino. Deus tem seu plano, e nós não... Para ler mais, clique aqui.

L.: Domingo 1 Catecismo [2020]

T.: Rm. 14, 7-9

 

Queridos irmãos,

Aqui no Nordeste existe um ditado que diz:

“Mais vale um amigo na praça do que dinheiro no bolso”.

Todo mundo conhece esse ditado e concorda com isso.

Pois assim funciona aqui na sociedade. É verdade!

“Mais vale um amigo na praça do que dinheiro no bolso”.

O que isso quer dizer?

 

Isso quer dizer que alguém pode ter um monte de dinheiro, mas isso não ajuda sempre.

Você não pode comprar tudo. Às vezes você precisa de ajuda, mas não consegue, porque as pessoas não estão interessadas em dinheiro. É melhor ter um amigo, um bom contato, que pode te ajudar.

Vou lhes dar um exemplo: Um tempo atrás, EU precisava de um médico, mas não conseguia marcar nada, porque todos estavam ocupados. Eu podia oferecer dinheiro, mas sabia que isso não ajudaria em nada. Continuei procurando, até encontrar um bom amigo que tinha contatos, e ele contatou alguém e conseguiu uma vaga, de maneira que o médico podia me atender. Assim eu aprendi essa verdade aqui: “Mais vale um amigo na praça do que dinheiro no bolso”.

Amizade é muito importante aqui no Brasil, mais do que dinheiro. Boas relações são indispensáveis para quem quer progredir e ter sucesso. Quem reconhece isso deve se interessar pela mensagem de hoje, que diz:

 

“Não existe melhor amigo do que Jesus. Ele consola na vida e na hora da morte”.

  • Jesus é amigo.
  • Ele consola na vida;
  • E na hora da morte;

 

Queridos irmãos, prezados visitantes, a primeira pergunta do nosso Catecismo é bem direta e confrontante. A pergunta é esta: Qual é o seu único consolo na vida e na morte? Vou repetir mais uma vez: Qual é o seu único consolo, tanto na vida, como também na morte? Essa pergunta é bem básica, e tem a ver com a vida de qualquer pessoa; crente ou descrente. Nesses dias em que todo mundo está isolado e parado, as pessoas têm tempo para refletir sobre a sua vida. Qual é seu único consolo na vida e na morte? Há muitas coisas que trazem consolo na vida: um bom emprego, muito dinheiro, um bom amigo. Mas qual dessas coisas traz também consolo na hora da morte?

Imagine uma pessoa na beira da morte, na UTI, dependendo da máquina respiratória, sofrendo, sozinha, isolada, para não infectar outras pessoas. Talvez ela seja um homem rico, mas o dinheiro não pode salvar a sua vida. Talvez tenha um bom emprego, mas isso também não ajuda na hora da morte. Isso não vale nada. O que vale é um bom amigo que sabe consolar ... Para ler mais, clique aqui.

Domingo 21 CdH

 P.: 54. O que você crê sobre “a santa igreja universal de Cristo”?

R.: Creio que o filho de Deus reúne, protege e conserva, dentre todo o gênero humano, sua comunidade eleita para a vida eterna. Isso ele faz por seu Espírito e sua Palavra, na unidade da verdadeira fé, desde o princípio do mundo até o fim. Creio que sou membro vivo dessa igreja, agora e para sempre.

 

Texto: Mateus 22, 1-14

Leitura: Domingo 21ª CdH

Queridos irmãos,

Hoje vamos falar sobre a IGREJA de Cristo. Como devemos observar a igreja de Cristo? Qual é a verdadeira igreja de Cristo? A igreja de Roma, com as suas igrejas luxuosas, com seus altares e estátuas; com a sua adoração à Maria e aos apóstolos?

Ou as igrejas dos Neo-Pentecostais, como a Igreja Universal do reino de Deus, com a sua hierarquia, os seus bispos, as suas práticas de expulsar os demônios, o falar em línguas estranhas, a lavagem de dinheiro e as suas contas bancárias longe da Receita Federal nas ilhas tropicais.

Ou as igrejas reformadas com as suas fraquezas, a falta de evangelização, a falta de uma boa comunhão dentro das igrejas, a falta de uma boa administração, a falta de cuidado pastoral. Qual é a verdadeira igreja de Cristo? Qual igreja pode servir como bom exemplo? Será que existe uma igreja que pode servir como bom exemplo? Será que existe uma igreja que é perfeita?

A confissão da igreja não se baseou nas observações das igrejas e comunidades religiosas, que se encontram na nossa sociedade. As confissões da igreja – o Credo Apostólico, mas também o Catecismo de Heidelberg – foram baseados na Palavra de Deus. Eles nos ensinam como a igreja deve ser conforme a Palavra de Deus ... Para ler mais, clique aqui.