Leitura: Hebreus 3

Texto: Números 12

Queridos irmãos e Irmãs em Cristo Jesus,

Hoje em dia há muitas discussões sobre o papel da mulher na congregação. Cada vez mais cresce a ideia de que homem e mulher são iguais. A Revolução Francesa, no século XVIII, começou a divulgar essa filosofia: “Liberté, igualité e fraternité”; foram os três gritos que encheram as ruas de Paris. E o eco desses gritos se espalhou pelo mundo inteiro. Essas ideias tinham grande influência nos Estados Unidos. Liberdade para os negros, igualdade para as mulheres; democracia para todos. A batalha pela igualdade das mulheres, nas eleições, na política e na educação caracterizou o século XX.

E este movimento ganhou força depois da Segunda Guerra Mundial, e especialmente depois da Revolução dos Sexos, nos anos sessentas. Homem e mulher são iguais e devem ter os mesmos direitos. Por meio da educação e por meio da filosofia socialista a opinião comum começou a mudar no final do século XX, e o último bastião que deve ser conquistado é a igreja. A igreja é um bastião conservador que ainda prega a desigualdade: o homem é o cabeça da sua família e da esposa! Mas, como já disse, as muralhas estão sendo derrubadas. Hoje em dia há muitas discussões sobre o papel da mulher na congregação.

Várias igrejas protestantes abriram as portas dos ofícios nos anos sessentas: a igreja Anglicana na Inglaterra, a igreja Luterana na Alemanha, a igreja Protestante na Holanda. As igrejas reformadas – naquela época- protestavam e reclamavam sobre a liberalidade dessas igrejas, e apontavam para as escrituras, mas trinta anos depois – no início do terceiro milênio – começaram também grandes discussões dentro das Igrejas Reformadas na Holanda e nos Estados Unidos. Li vários artigos e relatórios que começavam a defender... Para ler mais, clique aqui.

 

Leitura: Provérbios 30, 7-9

Texto: Eclesiastes 5, 9-19

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

“Melhor é o que os olhos veem, do que andar ocioso da cobiça”, assim fala o sábio em Eclesiastes 6, 9. Em outras palavras, isso quer dizer: melhor é estar satisfeito e encontrar a sua felicidade nas coisas que você tem, do que estar insatisfeito e caçar o que você não tem: coisas maiores, coisas melhores, um futuro melhor. Tudo isso é vaidade e correr atrás do vento.

Essa observação está cheia de sabedoria, mas pode ser insatisfatória para uma pessoa que é pobre e que não está satisfeita com a sua vida atual, ansiando por uma vida melhor. Quem não quer? A realidade é assim. Pois é, mas, apesar disso, é bom parar e meditar sobre essa palavra cheia de sabedoria, porque o livro de Eclesiastes não é o único livro na Bíblia que fala assim. Esse ditado combina muito bem com a admoestação que encontramos em Hebreus 13, 5, que diz: Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; e também com o conselho pastoral de Paulo em 1 Timóteo 6, 8: Tendo sustendo e com que nos vestir, estejamos contentes; além disso, a palavra do nosso supremo profeta Jesus, que disse, em Lucas 12,15: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.

Recentemente eu me perguntei sobre como essas admoestações funcionam em nosso meio, aqui na igreja. Tenho a impressão de que esse ensino do nosso Deus não funciona bem. Porque em vários momentos eu vejo outras atitudes, e irmãos que não estão satisfeitos. Muitos se empenham em ficar ricos, ganhar mais dinheiro, acumular tesouros – eles não manifestam uma satisfação com as coisas que têm, mas correm para ter mais, andam no shopping para comprar, até criando dívidas com seus cartões de crédito e débito, pagando juros em cima de juros, só porque não estavam satisfeitos com as coisinhas que tinham.

Até crentes que receberiam um bom testemunho a respeito da sua doutrina e vida vivem com esta fraqueza da avareza e não conseguem imitar o exemplo de Paulo, que disse (Filipenses 4, 11): aprendi a viver contente em qualquer situação.

Agora, nós não devemos pensar que o autor do livro de Eclesiastes é contra o uso de dinheiro ou a posse de bens, porque não é assim. Com certeza, Salomão aprendeu muitas coisas quando ele devia julgar os processos dos ricos contra os pobres. Ele sabia quanta injustiça e corrupção existia nos negócios na sociedade. Ele viu a avareza, a extorsão, os juros altos e a corrupção dos seus funcionários públicos, dos funcionários altos e dos funcionários ... Para ler mais, clique aqui.

 

Leitura: Mateus 12, 1-9

Texto: Deuteronômio 14, 21

 

Queridos irmãos,

 

O texto de hoje é um pouco esquisito. A proibição de cozinhar o cabrito no leite da própria mãe é uma lei que chama a atenção. Alguém já ouviu um sermão sobre isso? Eu nunca ouvi. O texto deve ser importante, porque se encontra três vezes no AT: em Êx. 23:19, Êx. 34:36 e aqui em Dt. 14:21.

 

No livro de Êxodo esta regra está ligada com as festas em Israel. Veja o Capítulo 23.

O vs. 14 diz que haverá, três vezes por ano, uma festa perante o Senhor;

O vs. 15 fala sobre a festa dos pães asmos. Esta festa é a festa da Páscoa;

O vs. 16 fala sobre a festa da Sega. A festa dos primeiros frutos. É a festa de Pentecostes; o vs. 16 fala também sobre a festa da colheita na saída do ano. Esta festa marca o final da colheita, quando tudo foi colhido. Esta festa foi a festa dos Tabernáculos. Então, existiam três grandes festas: a da Páscoa, a de Pentecostes e a dos Tabernáculos.

O Capítulo 23 oferece também algumas regras a respeito dessas festas. Veja os versículos 18 e 19. Uma regra curta para cada festa. Não uma descrição completa da cerimônia, nem todas as regras a respeito dos sacrifícios. Todas as regras nós encontramos num outro livro, sendo o livro Levítico. Aqui encontramos só uma regra específica, que caracteriza a festa. Vamos ver:

Vs. 18: “Não oferecerás o sangue do meu sacrifício com pão levedado, nem ficará gordura da minha festa durante a noite até pela manhã”; esta regra fala sobre o pão levedado, e isso se refere, sem dúvida nenhuma, à festa da Páscoa.

Vs. 19: “As primícias dos frutos da tua terra trarás a casa do Senhor, teu Deus”. Essa regra fala sobre as primícias dos frutos, então isso se refere à festa de Pentecostes.

Então, a terceira regra, aquela do cabrito no leite da mãe, deve estar ligada com a terceira festa: a festa dos Tabernáculos. Esta regra deve ser caraterística para a festa da colheita no fim do ano!... Para ler mais, clique aqui.

 

Leitura: 2 Reis 16, 1-9

Texto: Isaías 7, 1-16

 

 

DEUS É FIEL: DEUS ESTÁ CONOSCO (IMMANUEL)

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Quem começa a ler o livro de Isaías, vai estranhar. Ele vai pensar que entrou num mundo diferente. Isaías vivia numa outra época do que a nossa. Lemos sobre países que não encontramos mais no mapa. Ouvimos falar sobre reis e governadores com nomes estranhos, que nunca tínhamos encontrado antes. Lemos sobre intrigas políticas e sobre conspirações que nós não entendemos.

O profeta Isaías conhece muito bem a cena política do seu tempo. Ele conhece os planos dos vizinhos; sabe os acordos secretos que foram feitos, tem conhecimento das conspirações contra Israel. Em poucas palavras: ele poderia ter sido o cabeça do serviço secreto dos reis de Judá. Mas ele não é. Isaías está a serviço de Deus. E, para Deus, não existem segredos. Deus conhece os corações de todos os homens, e também de todos os reis. Nada acontece fora do conhecimento de Deus. Deus sabe de tudo, e com este conhecimento completo Ele governa o mundo. A história deste mundo é controlada por Deus. As profecias de Isaías mostram isso.

Isaías fala sobre os fatos que aconteceram naquela época. Ele é como o jornal: mostra os fatos importantes que aconteceram. Ele não se limita aos fatos locais; aos fatos que aconteceram em Judá. Isaías liga a história de Judá com o movimento internacional. Ele mostra como a história do mundo está envolvida na história de Israel. A história do mundo depende da história de Deus. A história do mundo é controlada pelo aliado celestial de Israel. O Deus de Davi. O Deus que fez uma aliança com Davi e que lhe prometeu um descendente que ia governar o mundo todo. Este Deus está trabalhando para realizar os seus planos. Isaías está vendo isso. Sobre isso ele fala neste livro, e também neste capítulo 7. Deus mostra que ele é fiel. Ele dá um sinal. Uma criança com um nome especial: “Immanuel”, Deus está conosco.

O IMMANUEL PROVA QUE DEUS É FIEL.

Irmãos, vamos viajar. Vamos nos transportar para a Jerusalém de Isaías. No ano 735 AD, Acaz se tornou rei de Judá. Ele ainda era um jovem de 20 anos. O pai dele, Jotão, morreu, e ele era o príncipe herdeiro. Não foi fácil governar o país, pois ele não podia fazer o que ele queria fazer.Ele devia governar o país conforme a vontade de Deus. Ele foi ungido, como Davi, para servir a Deus. Para governar o país conforme a lei que Deus tinha dado ao Israel. Ele devia conhecer estas leis e aplicá-las.

Esse foi um aspecto do seu governo. O outro aspecto foi que o rei devia defender o país dos inimigos. Ele devia conhecer a cena política, as relações com o exterior, e escolher os seus... Para ler mais, clique aqui.

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Texto: Isaías 6, 1-7
 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Podemos dizer que a profecia de Isaías 6 é uma das mais impressionantes da Bíblia. O que Isaías experimentou é muito especial. Ele VÊ o Senhor. Em toda a sua majestade. Em toda a sua santidade celestial. Isso não acontece todos os dias. Só poucas pessoas experimentaram isso. Profetas. E nem todos os profetas; somente alguns.

Moisés, por exemplo. Ele descobriu a presença de Deus na sarça, que não se consumia. E Elias. Ele tinha um encontro com Deus (1 Reis 19) e sentiu uma brisa suave, e sabia que o Senhor se aproximara. Ezequiel tivera uma outra experiência: Ele viu o Senhor se aproximando numa tempestade. Homens especiais; eleitos por Deus.

Isaías é como eles. Ele também recebeu uma revelação especial do Senhor. Ele recebeu uma visão enquanto estava no templo. E o que ele viu, foi impressionante. Nós podemos sentir isso. Isaías se sentiu pequeno. Ele disse: “Vi o Senhor sentado sobre um trono alto e elevado. A cauda da sua veste enchia o santuário”. Então, irmãos! O templo era uma construção enorme, onde qualquer pessoa se sentia pequena. E neste templo enorme Isaías viu A CAUDA, A PARTE MAIS BAIXA DA VESTE REAL DO SENHOR. Esta construção enorme está cheia da majestade de Deus, e o que Isaías viu foi só uma parte pequena disso.

Isaías se sente uma formiguinha, vendo a cauda da veste real do Senhor. Pequeno, ele é muito pequeno perante Deus. E este sentimento se torna mais forte por causa dos serafins. Estes seres celestiais enormes estão em redor do trono e anunciam como um coral de homens com voz baixa “A SANTIDADE DE DEUS: SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR”.

O Senhor é perfeitamente santo. Nele não... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: 2 Reis 20; 2 Cr. 23, 24-30

Texto: Isaías 38

 

Queridos irmãos/irmãs,

O final do Domingo 10 confessa o seguinte:  Todas as criaturas estão na mão de Deus de tal maneira que, sem a vontade dele, não podem agir nem se mover. Eu chamo a sua atenção para essas palavras, porque tem que se ter cuidado com a interpretação delas. Você pode interpretá-las de uma boa maneira, mas também de uma maneira errada.

Especialmente no meio das igrejas reformadas existem pessoas que leram essas palavras e chegaram a um tipo de fatalismo; o fatalismo é a ideia segundo a qual tudo o que acontece se deve aos fatos ou ao destino, aceitando a inevitabilidade das coisas e negando o livre arbítrio ou decisão pessoal. O fatalismo transforma a igreja num cemitério. No cemitério todo mundo está morto, e não pode fazer nada. Só quando o Deus Soberano, com seu poder, ressuscita as pessoas, elas começam a viver e fazer coisas espirituais.

Há igrejas reformadas em que os membros são fatalistas. Eles dizem: Nós não podemos fazer nada. Nós somos incapazes de fazer alguma coisa boa. Tudo depende de Deus. Deus é soberano. Se Deus quiser, Ele me levantará, ele me ressuscitará. Nós somos como fantoches. Se Deus quer que eu levante o meu braço, eu o levantarei; esses irmãos estão se baseando no que o Domingo 10 diz: Todas as criaturas estão na mão de Deus de tal maneira que, sem a vontade dele, não podem agir nem se mover. Assim, o mundo é um teatro de fantoches e o homem é uma marionete e então... Facilmente, alguém chegará à consequência desse raciocínio dizendo que Deus é o autor do pecado, porque tudo o que o homem... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Deuteronômio 12

 

Amados irmãos,

O culto serve a Deus? Ou serve ao Povo de Deus? O que vocês acham?

Qual é o papel do culto? Vamos ouvir mais sobre isso hoje à noite, abrindo a palavra de Deus e observando o Capítulo 12 do livro de Deuteronômio.

O Capítulo 12 é o centro desse livro. Os capítulos anteriores funcionam como uma introdução, e aqui se começa a falar sobre a lei de Deus. Veja o versículo 1: São estes os estatutos e os juízos que cuidareis de cumprir na terra que vos deu o Senhor Deus de vossos pais, para a possuirdes todos os dias que viverdes sobre a terra. O livro da lei começa aqui e vai até o Cap. 26. E logo no início se fala sobre o lugar que o Senhor Deus vai escolher para pôr seu nome e sua habitação; antes de tudo, a lei fala sobre o lugar do culto.

Isso está em primeiro lugar! E, de certa forma, dá para entender, porque isso tem a ver com os primeiros mandamentos: como devemos amar a Deus! Isso tem a ver também com a confissão principal de Israel, que encontramos em Dt. 6:4; O “sjemah Israel”: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o Senhor, teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força. Estas palavras que, hoje, te ordeno, estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te. Também as atarás como sinal na tua mão, e te serão por frontal entre os olhos. E escreverás nos umbrais da tua casa e nas tuas portas. A vida inteira deve ser santificada pelo culto a Deus.

O lugar santo serve para... Para ler mais, clique aqui.

T. Gênesis 6,1-4
L. Lucas 17,20-37

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Em Lucas 17 o nosso Senhor Jesus fala sobre o futuro, sobre os últimos dias. E ele faz uma comparação com os primeiros dias da história deste mundo. O final da história será igual ao início da história. A pré-história antes do Grande Dilúvio nos revela algumas coisas sobre o final da história antes do dia Final.

Pensando nisso, vamos observar os últimos dias antes do dilúvio para ter mais clareza sobre os últimos dias antes do Dia do Senhor. E pensando sobre isso, queria fazer uma pergunta. Essa pergunta: o que aconteceu com a igreja antes do dilúvio? Por que somente Noé e a sua família, somente oito pessoas, foram salvos? Em Gênesis 5 nós lemos que Adão, Sete, Enos e os seus netos e bisnetos chegaram a idades de mais de oitocentos anos, gerando filhos e filhas, mas no final,só sobraram oito pessoas: Noé e a sua família. O que aconteceu com o resto da santa família de Adão? O que aconteceu com o povo de Deus, que vivia antes do dilúvio?

Gênesis 6, 1-4 fala sobre isso, irmãos. Gênesis 6,1-4 nos conta em poucas palavras o drama que aconteceu na santa família de Adão. Gênesis 6,1-4 explica isso e fala sobre a corrupção do casamento na igreja antes do dilúvio. A corrupção do santo casamento causou a destruição da igreja e a destruição do mundo inteiro antes do dilúvio.

Vamos observar isso de perto. Vamos primeiro observar o contexto: Gênesis 5. Gênesis 5 nos apresenta a genealogia de Adão. Quer dizer, uma parte dessa genealogia. A parte boa. A parte ruim foi apresentado em Gênesis 4, que fala
sobre os descendentes de Caim. Caim e a sua família se afastaram de Deus. Caim se afastou da família dos seus pais e criou uma sociedade, que era diferente. Afastados... Para ler mais, clique aqui.

T. Gênesis 1, 1

L. Domingo 9 CdH

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

“No princípio, criou Deus os céus e a terra”. Assim começa um dos documentos mais antigos do mundo.

“No princípio, criou Deus os céus e a terra”. Assim começa a nossa Bíblia, a Palavra de Deus. Ela fala de uma maneira simples sobre a criação do mundo. O início da Bíblia é muito simples e ao mesmo tempo majestoso. Quase todo mundo já ouviu essas palavras;

Quase todo mundo conhece essas palavras;

Quase todo mundo pensa que entende essas palavras...

Quase todo mundo pensa que conhece essa história da criação. Mas será que isso é verdade, irmãos? Deixe-me testar isso. Deixe-me fazer uma pergunta simples. Essa pergunta: qual foi a primeira coisa que Deus criou? A primeira coisa [prestar atenção às respostas)]! Então uma parte pensou em versículo 3 e disse: a luz! E outra parte pensou em versículo 1 e disse: os céus e a terra! A resposta correta... é..... os céus e a terra!

Mas deixe-me fazer mais um pergunta. Essa: quando Deus criou os céus, Ele criou o quê? Ele criou o firmamento, onde as aves voam? Ou o universo, onde as estrelas brilham? Ou o local onde os anjos se reúnem? O lado invisível da criação? O primeiro céu? O segundo céu? Ou o terceiro céu? Como foi? Quem sabe?

O primeiro céu não pode ser, porque o firmamento foi criado no segundo dia;

E as aves no quinto dia, então não foi o firmamento.

Não foi o primeiro céu onde a nuvens passam.

Nem foi o universo com os milhares de estrelas, porque as estrelas foram criadas no quarto dia;

Não existiam estrelas no primeiro dia; não existia a lua, nem o sol.

Então sobra o que a bíblia chama o terceiro céu: o lugar dos anjos.

“No princípio, criou Deus os céus e a terra”.

1) A criação fundamental dos céus e da terra;

2) A formação especial da terra em sete dias;

3) O objetivo principal da criação: a adoração a Deus no sétimo dia;

“No princípio, criou Deus os céus e a terra”. A Bíblia começa assim. Ela começa com o início da existência dos céus e da terra. Antes disso não houve nada....! Nada, nada, nada, se não o nosso Deus. Deus triuno: Pai, Filho e Espírito... Para ler mais, clique aqui.

L.: Salmo 42+43

T.: Salmo 42+43

 

Queridos irmãos/irmãs,

 

Uma alma abatida e perturbada. Quem não reconhece isso hoje em dia?

A nossa situação se parece muito com a situação do autor do Salmo 42!

Ele está longe do templo, da casa de Deus, e sente saudades quando pensa na comunhão com o povo de Deus. Eu sinto isso também. Já há dois meses que estamos afastados da casa de Deus e vivemos distantes do povo da igreja. Eu sinto falta disso; sinto saudades, e sei que existem muitos irmãos que sentem a mesma coisa.

Almas abatidas e perturbadas. Perturbadas também, porque muitos se perguntam: Nós não devemos ter cultos no dia de domingo? Nós não temos que dar culto a Deus? Por que podemos ir, sim, para o supermercado, que às vezes está lotado, mas não podemos nos reunir na igreja para adorar a Deus e encontrar os irmãos? Vejo que muitos ficam perturbados por esse tipo de perguntas.

Almas perturbadas e abatidas, igual à alma do salmista.

O Salmista está perturbado, mas ele não perdeu a sua esperança.

Ele se lembra da casa de Deus; ele se lembra do altar da salvação; ele se lembra do amor de Deus e confia que seu Deus o ajuda, e por causa disso ele termina esse salmo com uma oração.

O Salmo é dividido em três estrofes. E cada estrofe termina com o mesmo refrão. O refrão diz:

Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei; a ele, a Salvação da minha face e Deus meu. O Salmista repete isso três vezes, então ele quer que nós aprendamos isso. Por isso escolhi o refrão como tema do sermão.

 

UMA ALMA PERTURBADA CONFIA EM SEU DEUS E ORA PARA QUE ELE A SALVE.

  • A PERTURBAÇÃO (1-4);
  • A ESPERANÇA (6-10);
  • A ORAÇÃO (43, 1-4)

 

A primeira parte falará sobre o motivo da sua perturbação. O autor está longe da casa de Deus e do povo de Deus. Veja o vs. 4. Ele tem boas lembranças de quando passava com a multidão de pessoas e as guiava em procissão à casa de Deus, entre gritos de alegria e louvor, multidão em festa.

Provavelmente a festa de Sukkot. Durante essa festa o povo ficava em cabanas feitas de folhas das árvores, para comemorar a época em que Israel passava pelo deserto. A festa de “Sukkot” é a festa por excelência em Israel. É uma verdadeira festa, com danças ... Para ler mais, clique aqui.

L: Ec. 12, 1-8

T: Ec. 11,9-12,8 + 2 Co. 5,1-10

 

Queridos irmãos, irmãs, em Cristo,

 

[Nesta semana estive no velório de Izabel, a irmã da nossa irmã Raquel.

Naquela ocasião li o texto de Eclesiastes 7, 2.]

“Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete,

pois naquela se vê o fim de todos os homens e os vivos que o tomem em consideração”.

Na casa de luto, todos nós vamos descobrir que somos mortais, porém

não conhecemos a hora em que se desliga a luz da nossa vida.

Os velhos devem morrer, e os jovens podem morrer. E como será a vida depois disso?

Muitas pessoas acham que não há nada depois da morte.

Nascer, crescer, morrer e ponto final!

Mas a Bíblia não fala assim.

A Bíblia diz que a vida continua depois da morte.

O pó voltará a terra como o era e o espírito voltará a Deus.

Assim fala o autor de Eclesiastes. Ele diz que há luz no fim do túnel.

Mas essa luz é fraca. Essa luz é um pontinho.

O AT não fala com tanta clareza como o NT.

Paulo fala com muito mais clareza em 2 Co. 5.

Ele disse: Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo.

Eclesiastes diz alguma coisa semelhante. Veja 11,9:

Alegre-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem o teu coração e agradem aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas!

Por causa disso é bom se lembrar do seu Criador!

Tanto nos dias bons, como também nos dias maus, antes da hora da morte.

 

LEMBRA-TE DO TEU CRIADOR!

  • Nos dias bons;
  • Nos dias maus;
  • Na hora da morte.

 

  1. Nos dias bons.

 

Os dias bons são os dias da mocidade. Veja 11, 9-10:

Alegra-te jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; ande pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas. Afasta, pois, do teu coração o desgosto e remove ... Para ler mais, clique aqui.

 

T: Eclesiastes 6. 3-6

L: Mateus 16, 26; Lucas 16, 19-31

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus!

“Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?”

Com certeza todo mundo se lembra dessa dica de Jesus. [Esse foi o tema do nosso retiro de Carnaval, no início deste ano. Nós nos retiramos do mundo com as suas festas carnais para fortalecer a nossa alma; nós tivemos um retiro excelente que fortaleceu a comunhão dos santos e a nossa comunhão com Cristo. Assim começamos este ano.]

[E depois houve mais um momento em que nós meditamos sobre este texto. Foi durante o congresso dos jovens, que foi organizado aqui em Maceió. O nosso irmão Everaldo falou sobre este tema e chamou a atenção dos jovens para isso: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?”]

Eu fiquei pensando nessas palavras quando encontrei o texto de Eclesiastes 6, 3-6, que serve como texto para hoje à noite, chegando ao final do ano, meditando sobre o ano de [2012] e olhando para o ano que vem. Como foi e como será? O que caracterizou a nossa vida em [2012]?

Quem observar a retrospectiva de [2012] pode ver que existem muitas pessoas que trabalharam e trabalharam para se tornar ricos; eles se esforçaram ao máximo para melhorar a sua vida. A vida de muitas pessoas é assim; elas querem melhorar sua vida aqui na terra; elas estão preocupadas com isso: com as finanças, com a saúde, com as crianças, com a escola, com o futuro, com o emprego, com a empresa. Todas essas coisas ocupam a nossa mente, a nossa agenda, o nosso coração. Assim é a vida do homem. Mas Jesus nos para e diz: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?”... Para ler mais, clique aqui.