Leitura: 1 Samuel 4

Texto: 1 Samuel 4,21 & Isaías 7,14; Mateus 1, 23 & Apocalipse. 21,3

 

Queridos irmãos e irmãs,

Vou começar com uma pergunta. Uma pergunta que pode ser difícil para alguns. Talvez precisem de tempo para refletir e para responder. A pergunta é esta: Deus está presente em sua vida? Como você sabe?

Muitas pessoas guardam uma coisa consagrada para se assegurar da presença de Deus.

Um amuleto ou um crucifixo, ou imagens e estátuas de um santo. Israel tinha a arca da Aliança. O trono de Deus, com os dois Querubins, que estava no Santuário. Eles acreditavam que a arca assegurava a presença de Deus no meio do seu Povo.

Pessoas usam um amuleto ou outro objeto consagrado para se proteger contra o mal.

Israel fez isso também; eles estavam em guerra contra os Filisteus e perderam a primeira batalha. O que faltava era a presença de Deus: eles precisavam do poder de Deus para conseguir uma vitória. Então, mandaram procurar a arca da Aliança, e quando essa chegou no acampamento, todos ficaram animados e os soldados se alegraram. Mas, no dia seguinte, descobriram que não podiam manipular a presença de Deus. Eles perderam a batalha, muitos soldados morreram, e a arca ficou com os Filisteus. A glória de Deus desapareceu.

Os filhos de Eli morreram no campo da batalha; Eli morreu na entrada de sua casa, quando ouviu que a arca se perdeu. E a nora dele, que estava grávida, teve um parto prematuro quando ouviu que a arca foi tomada, o sogro tinha morrido, e o marido também. Ouvindo tudo isso, as dores do parto começaram, tomaram conta dela, e ela deu à luz um filho e lhe deu o nome IKABÔ, que significa “FOI-SE A GLÓRIA DE ISRAEL”. Ela disse isso porque a Arca de Deus foi tomada,...Para ler mais, clique aqui

 

 

Leitura: Domingo 31 CdH

Texto: Mateus 23

Amados irmãos e irmãs,

Os Domingos 30 e 31 protegem o acesso à Santa Ceia, para que a ceia seja santa!

Os guardas da santa ceia devem saber que os incrédulos e ímpios não podem participar, nem os pecadores impenitentes E os Hipócritas!

Quem são esses hipócritas? Quem já viu um hipócrita? Isso é difícil de dizer, irmãos. Ele pode estar sentado bem perto de você, talvez até ao seu lado, mas você não sabe.

O hipócrita parece como ovelha, semelhante às outras ovelhas, mas por dentro ela é diferente. Como? O que é um hipócrita? Vamos acender a lâmpada das escrituras para descobrir o que é um hipócrita. Vamos ouvir o testemunho de Deus

Em primeiro lugar: por meio de dois profetas, Isaías e João Batista;

Em segundo lugar: por meio do nosso Supremo Profeta, Jesus;

Em terceiro lugar: por meio do apóstolo Pedro;

Vamos ouvir o profeta Isaías. Isaías (29:13) não usa a palavra hipócritas, mas oferece uma boa descrição. Ele falou: O Senhor disse: Visto que este povo se aproxima de mim e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim, e o seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu.  Então, de fora, parecem santos, mas por dentro, não são.

Santarrões e Santarronas! Hipócritas!

João Batista (Mt 3, 2 e 7) foi o último profeta do Antigo Testamento; ele preparou o caminho do Senhor e disse às pessoas: Arrependei-vos, porque está próximo o Reino de Deus! Vendo ele, porém, que muitos fariseus e saduceus (homens santos e respeitados) vinham ao batismo, disse-lhes: Raça de Víboras, quem vos induziu a fugir da ira de vindoura? Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento, pois a árvore que não...Para ler mais, clique aqui.

 

 

Leitura: Domingo 26 CdH

Texto: Tito 3,3-6

 

Amados irmãos e irmãs em Cristo Jesus,

Alguém já viu uma reportagem sobre Índia? Alguém já viu as mulheres da Índia?  Muitas indianas andam com um sinal na testa. Bem aqui (apontar!), no meio das sobrancelhas! Um pontinho vermelho, amarelo ou azul. Elas chamam esse pontinho de “bindi” ou “tikka”; essas mulheres acreditam que esse pontinho serve como um “terceiro olho”, que as protege contra o mal. O hinduísmo ensina isso.

As mulheres cristãs que vivem na Índia não acreditam nisso, e não usam aquele “tikka”.  Elas têm um outro sinal na testa, como todos nós. Esse sinal é invisível. Esse sinal é a água do batismo. Todos vocês receberam esse sinal no dia do seu batismo. Essa é uma caraterística de todos os cristãos. É uma marca.

Essa marca é visível no momento em que a pessoa está sendo batizada. Naquele momento o pastor derrama água na cabeça da pessoa, ou a pessoa entra numa piscina, para ser batizada por imersão. Existem dois tipos de batismo: um por aspersão e o outro por imersão. No primeiro caso o pastor derrama a água na cabeça da criança ou do adulto; e, no segundo caso, a pessoa entra numa piscina ou num rio para ser lavada inteiramente pela água. Maneiras diferentes, porém a mensagem é a mesma. Veja o Catecismo: Cristo instituiu essa lavagem com água e acrescentou a promessa de lavar com seu sangue e Espírito a impureza da minha alma (isto é, todos os meus pecados) tão certo como por fora fico limpo com a água que tira a sujeira do corpo.

Então o batismo com água é um sinal da PURIFICAÇÂO DA MINHA ALMA. Cristo faz isso...Para ler mais, clique aqui.

Leitura: 1 Cr. 3, 1-16      

Texto: Cl. 1,13

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

O fim do ano sempre se caracteriza pelas confraternizações, tanto no mundo como também na igreja. As empresas terminam o ano com uma confraternização e com a troca de presentes entre amigos secretos. As igrejas também se reúnem no dia de Natal e na véspera do ano Novo. Os sentimentos de perdoar e de buscar paz na terra são bem fortes no final do ano.  Especialmente nas igrejas cristãs.

Por que nas igrejas cristãs? Porque Cristo mesmo ensinou isso aos seus discípulos, e por meio deles, à sua igreja. Quando Cristo nasceu, os anjos já cantaram: “Glória a Deus nas alturas e PAZ NA TERRA entre os homens a quem ele quer bem”. Os anjos disseram isso, porque o Cristo chegou; o messias: Jesus, o Salvador do Mundo.  Salvação quer dizer: oferecer a remissão dos pecados, mas também libertar do domínio do Diabo. Cristo chegou para nos libertar dos laços do Diabo e para nos reunir em redor dele. Como Paulo diz em Colossenses 1, 13: “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados”.

            Deus nos transportou para o Reino do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados. Esse Reino do seu amor encontra-se na igreja, onde recebemos a redenção, a remissão dos pecados. Cristo nos oferece a remissão dos pecados por meio da pregação e também pela administração do Batismo e da Santa Ceia. Aqui em redor da mesa nós encontramos a remissão dos pecados e paz com Deus, mas também a remissão dos pecados e comunhão fraternal. A comunidade de Cristo deve ser um exemplo de amor no meio de um mundo...Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Hebreus 3

Texto: Números 12

Queridos irmãos e Irmãs em Cristo Jesus,

Hoje em dia há muitas discussões sobre o papel da mulher na congregação. Cada vez mais cresce a ideia de que homem e mulher são iguais. A Revolução Francesa, no século XVIII, começou a divulgar essa filosofia: “Liberté, igualité e fraternité”; foram os três gritos que encheram as ruas de Paris. E o eco desses gritos se espalhou pelo mundo inteiro. Essas ideias tinham grande influência nos Estados Unidos. Liberdade para os negros, igualdade para as mulheres; democracia para todos. A batalha pela igualdade das mulheres, nas eleições, na política e na educação caracterizou o século XX.

E este movimento ganhou força depois da Segunda Guerra Mundial, e especialmente depois da Revolução dos Sexos, nos anos sessentas. Homem e mulher são iguais e devem ter os mesmos direitos. Por meio da educação e por meio da filosofia socialista a opinião comum começou a mudar no final do século XX, e o último bastião que deve ser conquistado é a igreja. A igreja é um bastião conservador que ainda prega a desigualdade: o homem é o cabeça da sua família e da esposa! Mas, como já disse, as muralhas estão sendo derrubadas. Hoje em dia há muitas discussões sobre o papel da mulher na congregação.

Várias igrejas protestantes abriram as portas dos ofícios nos anos sessentas: a igreja Anglicana na Inglaterra, a igreja Luterana na Alemanha, a igreja Protestante na Holanda. As igrejas reformadas – naquela época- protestavam e reclamavam sobre a liberalidade dessas igrejas, e apontavam para as escrituras, mas trinta anos depois – no início do terceiro milênio – começaram também grandes discussões dentro das Igrejas Reformadas na Holanda e nos Estados Unidos. Li vários artigos e relatórios que começavam a defender... Para ler mais, clique aqui.

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Leitura: Domingo 3 CdH

Texto: Gênesis 1, 26-27

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Há uma música bem famosa aqui no Brasil, que se chama “Seres Humanos”. Acho que todo mundo aqui conhece bem essa música. Num certo momento, o cantor diz: “Mas que negócio é esse de que somos culpados de tudo que há de errado sobre a face da terra! Buscamos apoio nas religiões e procuramos verdades em suposições. Católicos, judeus, espíritas e ateus: somos maravilhosos. Afinal, somos filhos de Deus”. O cantor acredita nisso: Todos somos filhos de Deus!

Neste ponto, há um conflito entre a filosofia desse cantor e o nosso catecismo. O Catecismo também fala sobre o homem, que foi criado de acordo com a imagem de Deus. Ele diz: Deus criou o homem bom e à sua imagem: isto é, em verdadeira justiça e santidade. Mas a natureza do homem foi corrompida quando ele caiu em pecado. Depois da sua queda, o homem ficou tão corrompido que não consegue fazer bem algum; qualquer homem é inclinado a todo mal. Então, a pergunta é essa: o homem ainda manifesta a imagem de Deus? Qualquer homem nos oferece tal imagem?

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Leitura: Domingo 2 CdH

Texto: Mateus 22, 34-40

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Quero começar contando uma história que já contei uma vez, mas não a todos. Essa história aconteceu no campo missionário na Indonésia. Os missionários foram para lá pregando o evangelho, falando sobre Jesus Cristo e também sobre o Grande Mandamento. Eles entraram nas florestas e converteram várias tribos, começando com as mulheres e, finalmente, também os seus líderes.

O trabalho dos missionários foi abençoado, mas, de repente, um dos grandes líderes não apareceu mais na igreja, afastou-se, e voltou à religião dos seus antigos. Um dos missionários o procurou, porque queria saber o que tinha acontecido. O líder não quis falar, mas depois de muito insistir, ele finalmente disse: “Prefiro voltar para a religião dos meus pais e ancestrais do que ficar na igreja. A religião dos meus pais é muito mais fácil do que a religião que vocês pregam. A religião dos meus pais tem 999 regras e mandamentos, que posso cumprir facilmente, mas a religião do vosso mestre Jesus é impossível. Ele pede meu coração, minha alma e todo o meu entendimento. Não consigo lhe dar. Isso é impossível”.

Essa experiência se tornou uma boa oportunidade para falar sobre o verdadeiro evangelho de Jesus Cristo, mas este exemplo nos mostra também, claramente, o problema que nós temos com o Grande Mandamento que Deus nos deu. Hoje vamos dar mais atenção a isso: Ao Grande Mandamento e à nossa Miséria!

O grande Mandamento de Deus nos mostra a nossa grande Miséria.

  • O Grande Mandamento de Deus;
  • A Grande Miséria do Homem;
  • O Grande Sacrifício de Jesus.
  1. O Grande Mandamento de Deus…. Para ler mais, clique aqui.

 

Leitura: Provérbios 30, 7-9

Texto: Eclesiastes 5, 9-19

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

“Melhor é o que os olhos veem, do que andar ocioso da cobiça”, assim fala o sábio em Eclesiastes 6, 9. Em outras palavras, isso quer dizer: melhor é estar satisfeito e encontrar a sua felicidade nas coisas que você tem, do que estar insatisfeito e caçar o que você não tem: coisas maiores, coisas melhores, um futuro melhor. Tudo isso é vaidade e correr atrás do vento.

Essa observação está cheia de sabedoria, mas pode ser insatisfatória para uma pessoa que é pobre e que não está satisfeita com a sua vida atual, ansiando por uma vida melhor. Quem não quer? A realidade é assim. Pois é, mas, apesar disso, é bom parar e meditar sobre essa palavra cheia de sabedoria, porque o livro de Eclesiastes não é o único livro na Bíblia que fala assim. Esse ditado combina muito bem com a admoestação que encontramos em Hebreus 13, 5, que diz: Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; e também com o conselho pastoral de Paulo em 1 Timóteo 6, 8: Tendo sustendo e com que nos vestir, estejamos contentes; além disso, a palavra do nosso supremo profeta Jesus, que disse, em Lucas 12,15: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.

Recentemente eu me perguntei sobre como essas admoestações funcionam em nosso meio, aqui na igreja. Tenho a impressão de que esse ensino do nosso Deus não funciona bem. Porque em vários momentos eu vejo outras atitudes, e irmãos que não estão satisfeitos. Muitos se empenham em ficar ricos, ganhar mais dinheiro, acumular tesouros – eles não manifestam uma satisfação com as coisas que têm, mas correm para ter mais, andam no shopping para comprar, até criando dívidas com seus cartões de crédito e débito, pagando juros em cima de juros, só porque não estavam satisfeitos com as coisinhas que tinham.

Até crentes que receberiam um bom testemunho a respeito da sua doutrina e vida vivem com esta fraqueza da avareza e não conseguem imitar o exemplo de Paulo, que disse (Filipenses 4, 11): aprendi a viver contente em qualquer situação.

Agora, nós não devemos pensar que o autor do livro de Eclesiastes é contra o uso de dinheiro ou a posse de bens, porque não é assim. Com certeza, Salomão aprendeu muitas coisas quando ele devia julgar os processos dos ricos contra os pobres. Ele sabia quanta injustiça e corrupção existia nos negócios na sociedade. Ele viu a avareza, a extorsão, os juros altos e a corrupção dos seus funcionários públicos, dos funcionários altos e dos funcionários ... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Domingo 22 CdH

Texto: 2 Co. 5, 1-9

 

Queridos irmãos, irmãos,

A parte final do Credo Apostólico fala sobre a pessoa e a obra do Espírito Santo. [Faz três semanas que o pr. Flávio pregou sobre o Domingo 20, que fala sobre a pessoa do Espírito Santo, e duas semanas atrás ele pregou sobre o Domingo 21, que fala sobre a oficina do Espírito Santo, que é a igreja]. Aqui na igreja o Espírito Santo está trabalhando com material precioso: com pessoas, como você e eu; pessoas pelas quais Cristo pagou um alto preço, derramando seu sangue. O Espírito Santo transforma essas pessoas numa comunidade de santos. Uma comunidade que é eleita para a vida eterna. O objetivo é esse. O plano é que vocês, como congregação cristã, finalmente se apresentem perante Deus, como filhos: herdeiros da vida eterna.

Para realizar esse objetivo, o Espírito Santo está trabalhando aqui na terra. Ele chama as pessoas para crer em Cristo; ele as ensina quem é Cristo e as exorta a seguir Jesus Cristo e a amá-lo; ele as reúne na igreja e dessa maneira - desde o Pentecostes - cresce a igreja de Cristo, que é destinada para a vida eterna. Vocês, irmãos, são uma pequena parte dessa igreja universal.

O Espírito Santo trabalha, também, em sua vida. Já dissemos isso no dia do seu batismo. Nós confessamos que os nossos filhos, embora concebidos e nascidos em pecado e por isso sujeitos a toda sorte de miséria, são santificados em Cristo; vocês têm um lugar especial neste mundo; vocês são separados do mundo para amar a Deus e para dedicar a sua vida a Ele; não por um momento, mas para sempre: eternamente. Com esse objetivo o Espírito Santo trabalha na tua vida, para te santificar mais e mais.

A nossa santificação é um processo contínuo, que dura até o final: desde o teu... Para ler mais, clique aqui.

Domingo 4 CdH

P. 9. Então, Deus exige do homem, em sua lei, o que este não pode cumprir. Isso não é injusto?
R. Não, pois Deus criou o homem de tal maneira que este pudesse cumprir a lei. O homem, porém, sob instigação do diabo e por sua própria rebeldia, privou a si mesmo e a todos os seus descendentes desses dons.

P. 10. Deus deixa sem castigo essa desobediência e rebeldia?
R. Não, não deixa, porque ele se ira terrivelmente tanto contra os pecados em que nascemos como contra os que cometemos, e quer castigá-los por justo julgamento agora, nesta vida, e na futura. Ele mesmo declarou: “Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da Lei, para praticá-las” (Gl. 3,10).

P. 11. Mas Deus não é também misericordioso?
R. Deus na verdade é misericordioso, mas também é justo. Por isso, sua justiça exige que o pecado cometido contra a sua suprema majestade seja castigado também com a pena máxima, quer dizer, com o castigo eterno em corpo e alma.

Texto: Domingo 4
Leitura: Salmo 103

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Hoje vamos falar sobre Domingo quatro do nosso Catecismo em combinação com a Santa Ceia; e esta combinação é complicada. Domingo 4 do nosso Catecismo combina com a Santa Ceia como um pingüim que anda no deserto; ou como um leão na Antártica. O contraste entre Domingo 4 e a Santa Ceia é enorme. O domingo 4 fala sobre a ira de Deus, e a Santa Ceia fala sobre a misericórdia de Deus. Esse Domingo é o fundo do poço da nossa miséria.

Domingo 3 já mostrou que o homem é completamente corrompido e inclinado para todo mal. Domingo 4 continua e diz que tal homem está culpado perante Deus. Deus não deixa sem castigo essa rebeldia e desobediência do homem. Ao contrario: Deus SE IRA TERRIVELMENTE tanto contra os pecados em que nascemos como contra os que cometemos e quer castigá-los nesta vida e na futura.

Deus condenou o homem, dizendo: maldito todo aquele, que não permanece em todas as coisas escritas no livro da lei. Deus disse isso na sua ira. E não nos ajuda pensar na misericórdia de Deus, porque a misericórdia de Deus não prevalece sobre a justiça de Deus! A misericórdia de Deus anda junto com a Justiça de Deus, com mãos dadas. Então, a conclusão de Domingo 4 é essa: DEUS SE IRA TERRIVELMENTE CONTRA TODOS OS HOMENS E TODAS AS MULHERES POR CAUSA DA SUA CORRUPÇÃO. ... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Domingo 19

Texto: Efésios 4, 7-16

Queridos irmãos/irmãs,

O Domingo 19 do nosso Catecismo explica a parte do nosso Credo Apostólico que diz que Cristo Jesus “subiu ao céu e está sentado à direita de Deus Pai, o Todo Poderoso; donde há de vir a julgar os vivos e os mortos”. Quer dizer: este Domingo está cheio de assuntos: Fala sobre o Reino de Deus, O Governo de Cristo, a volta de Cristo e o último Julgamento. E ligado a isso há outros assuntos, como, por exemplo, a questão de se Cristo voltará duas vezes; uma vez para estabelecer o Milênio - o governo dele que durará mil anos -, e outra vez para destruir todos os seus inimigos. Os pós-milenistas e os pré-milenistas têm opiniões bem detalhadas sobre isso. O catecismo não toca nesse assunto, então não vou entrar nesse debate, nem quero falar sobre o futuro, mas quero me limitar ao presente. O que o Reino de Cristo significa para nós, hoje?

 

1. Cristo é Rei. Ele tem todo poder!

 

Hoje em dia muitas pessoas têm dúvidas sobre isso. Elas sabem que a Igreja confessa isso, mas elas não experimentam isso em sua vida. Cristo é rei. Okay! Mas ele tem também poder? Há reis que vivem em exílio. Oficialmente ele tem o direito de ser rei, mas de fato ele não tem nenhum poder, porque foi expulso e vive fora do seu país. Um rei em exílio.

A situação de Jesus Cristo se parece com essa para muitas pessoas. Elas podem acreditar que ele tem o direito de ser rei, mas ele não tem poder. Porque SE tiver todo poder, no céu e na terra, o mundo não deveria ser diferente? Melhor? Se alguém chega ao poder, ele vai mudar as coisas de acordo com a sua política. Ele recebeu toda autoridade, e de acordo com essa autoridade ele governa. Não é assim?

Sim, normalmente funciona assim, mas nem sempre. Pode ser que o rei se esforça ao máximo para fazer coisas boas, mas há uma oposição que é resistente. E a resistência pode ser tão grande que ele não consegue realizar seus planos. Essa possibilidade existe. Veja a situação política aqui no Brasil. Temos um presidente que quer realizar seus planos, mas há também muita resistência da oposição... Para ler mais, clique aqui.

 

Leitura: Mateus 12, 1-9

Texto: Deuteronômio 14, 21

 

Queridos irmãos,

 

O texto de hoje é um pouco esquisito. A proibição de cozinhar o cabrito no leite da própria mãe é uma lei que chama a atenção. Alguém já ouviu um sermão sobre isso? Eu nunca ouvi. O texto deve ser importante, porque se encontra três vezes no AT: em Êx. 23:19, Êx. 34:36 e aqui em Dt. 14:21.

 

No livro de Êxodo esta regra está ligada com as festas em Israel. Veja o Capítulo 23.

O vs. 14 diz que haverá, três vezes por ano, uma festa perante o Senhor;

O vs. 15 fala sobre a festa dos pães asmos. Esta festa é a festa da Páscoa;

O vs. 16 fala sobre a festa da Sega. A festa dos primeiros frutos. É a festa de Pentecostes; o vs. 16 fala também sobre a festa da colheita na saída do ano. Esta festa marca o final da colheita, quando tudo foi colhido. Esta festa foi a festa dos Tabernáculos. Então, existiam três grandes festas: a da Páscoa, a de Pentecostes e a dos Tabernáculos.

O Capítulo 23 oferece também algumas regras a respeito dessas festas. Veja os versículos 18 e 19. Uma regra curta para cada festa. Não uma descrição completa da cerimônia, nem todas as regras a respeito dos sacrifícios. Todas as regras nós encontramos num outro livro, sendo o livro Levítico. Aqui encontramos só uma regra específica, que caracteriza a festa. Vamos ver:

Vs. 18: “Não oferecerás o sangue do meu sacrifício com pão levedado, nem ficará gordura da minha festa durante a noite até pela manhã”; esta regra fala sobre o pão levedado, e isso se refere, sem dúvida nenhuma, à festa da Páscoa.

Vs. 19: “As primícias dos frutos da tua terra trarás a casa do Senhor, teu Deus”. Essa regra fala sobre as primícias dos frutos, então isso se refere à festa de Pentecostes.

Então, a terceira regra, aquela do cabrito no leite da mãe, deve estar ligada com a terceira festa: a festa dos Tabernáculos. Esta regra deve ser caraterística para a festa da colheita no fim do ano!... Para ler mais, clique aqui.