Leitura: Provérbios 30, 7-9

Texto: Eclesiastes 5, 9-19

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

“Melhor é o que os olhos veem, do que andar ocioso da cobiça”, assim fala o sábio em Eclesiastes 6, 9. Em outras palavras, isso quer dizer: melhor é estar satisfeito e encontrar a sua felicidade nas coisas que você tem, do que estar insatisfeito e caçar o que você não tem: coisas maiores, coisas melhores, um futuro melhor. Tudo isso é vaidade e correr atrás do vento.

Essa observação está cheia de sabedoria, mas pode ser insatisfatória para uma pessoa que é pobre e que não está satisfeita com a sua vida atual, ansiando por uma vida melhor. Quem não quer? A realidade é assim. Pois é, mas, apesar disso, é bom parar e meditar sobre essa palavra cheia de sabedoria, porque o livro de Eclesiastes não é o único livro na Bíblia que fala assim. Esse ditado combina muito bem com a admoestação que encontramos em Hebreus 13, 5, que diz: Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; e também com o conselho pastoral de Paulo em 1 Timóteo 6, 8: Tendo sustendo e com que nos vestir, estejamos contentes; além disso, a palavra do nosso supremo profeta Jesus, que disse, em Lucas 12,15: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.

Recentemente eu me perguntei sobre como essas admoestações funcionam em nosso meio, aqui na igreja. Tenho a impressão de que esse ensino do nosso Deus não funciona bem. Porque em vários momentos eu vejo outras atitudes, e irmãos que não estão satisfeitos. Muitos se empenham em ficar ricos, ganhar mais dinheiro, acumular tesouros – eles não manifestam uma satisfação com as coisas que têm, mas correm para ter mais, andam no shopping para comprar, até criando dívidas com seus cartões de crédito e débito, pagando juros em cima de juros, só porque não estavam satisfeitos com as coisinhas que tinham.

Até crentes que receberiam um bom testemunho a respeito da sua doutrina e vida vivem com esta fraqueza da avareza e não conseguem imitar o exemplo de Paulo, que disse (Filipenses 4, 11): aprendi a viver contente em qualquer situação.

Agora, nós não devemos pensar que o autor do livro de Eclesiastes é contra o uso de dinheiro ou a posse de bens, porque não é assim. Com certeza, Salomão aprendeu muitas coisas quando ele devia julgar os processos dos ricos contra os pobres. Ele sabia quanta injustiça e corrupção existia nos negócios na sociedade. Ele viu a avareza, a extorsão, os juros altos e a corrupção dos seus funcionários públicos, dos funcionários altos e dos funcionários ... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Domingo 22 CdH

Texto: 2 Co. 5, 1-9

 

Queridos irmãos, irmãos,

A parte final do Credo Apostólico fala sobre a pessoa e a obra do Espírito Santo. [Faz três semanas que o pr. Flávio pregou sobre o Domingo 20, que fala sobre a pessoa do Espírito Santo, e duas semanas atrás ele pregou sobre o Domingo 21, que fala sobre a oficina do Espírito Santo, que é a igreja]. Aqui na igreja o Espírito Santo está trabalhando com material precioso: com pessoas, como você e eu; pessoas pelas quais Cristo pagou um alto preço, derramando seu sangue. O Espírito Santo transforma essas pessoas numa comunidade de santos. Uma comunidade que é eleita para a vida eterna. O objetivo é esse. O plano é que vocês, como congregação cristã, finalmente se apresentem perante Deus, como filhos: herdeiros da vida eterna.

Para realizar esse objetivo, o Espírito Santo está trabalhando aqui na terra. Ele chama as pessoas para crer em Cristo; ele as ensina quem é Cristo e as exorta a seguir Jesus Cristo e a amá-lo; ele as reúne na igreja e dessa maneira - desde o Pentecostes - cresce a igreja de Cristo, que é destinada para a vida eterna. Vocês, irmãos, são uma pequena parte dessa igreja universal.

O Espírito Santo trabalha, também, em sua vida. Já dissemos isso no dia do seu batismo. Nós confessamos que os nossos filhos, embora concebidos e nascidos em pecado e por isso sujeitos a toda sorte de miséria, são santificados em Cristo; vocês têm um lugar especial neste mundo; vocês são separados do mundo para amar a Deus e para dedicar a sua vida a Ele; não por um momento, mas para sempre: eternamente. Com esse objetivo o Espírito Santo trabalha na tua vida, para te santificar mais e mais.

A nossa santificação é um processo contínuo, que dura até o final: desde o teu... Para ler mais, clique aqui.

Domingo 4 CdH

P. 9. Então, Deus exige do homem, em sua lei, o que este não pode cumprir. Isso não é injusto?
R. Não, pois Deus criou o homem de tal maneira que este pudesse cumprir a lei. O homem, porém, sob instigação do diabo e por sua própria rebeldia, privou a si mesmo e a todos os seus descendentes desses dons.

P. 10. Deus deixa sem castigo essa desobediência e rebeldia?
R. Não, não deixa, porque ele se ira terrivelmente tanto contra os pecados em que nascemos como contra os que cometemos, e quer castigá-los por justo julgamento agora, nesta vida, e na futura. Ele mesmo declarou: “Maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da Lei, para praticá-las” (Gl. 3,10).

P. 11. Mas Deus não é também misericordioso?
R. Deus na verdade é misericordioso, mas também é justo. Por isso, sua justiça exige que o pecado cometido contra a sua suprema majestade seja castigado também com a pena máxima, quer dizer, com o castigo eterno em corpo e alma.

Texto: Domingo 4
Leitura: Salmo 103

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

Hoje vamos falar sobre Domingo quatro do nosso Catecismo em combinação com a Santa Ceia; e esta combinação é complicada. Domingo 4 do nosso Catecismo combina com a Santa Ceia como um pingüim que anda no deserto; ou como um leão na Antártica. O contraste entre Domingo 4 e a Santa Ceia é enorme. O domingo 4 fala sobre a ira de Deus, e a Santa Ceia fala sobre a misericórdia de Deus. Esse Domingo é o fundo do poço da nossa miséria.

Domingo 3 já mostrou que o homem é completamente corrompido e inclinado para todo mal. Domingo 4 continua e diz que tal homem está culpado perante Deus. Deus não deixa sem castigo essa rebeldia e desobediência do homem. Ao contrario: Deus SE IRA TERRIVELMENTE tanto contra os pecados em que nascemos como contra os que cometemos e quer castigá-los nesta vida e na futura.

Deus condenou o homem, dizendo: maldito todo aquele, que não permanece em todas as coisas escritas no livro da lei. Deus disse isso na sua ira. E não nos ajuda pensar na misericórdia de Deus, porque a misericórdia de Deus não prevalece sobre a justiça de Deus! A misericórdia de Deus anda junto com a Justiça de Deus, com mãos dadas. Então, a conclusão de Domingo 4 é essa: DEUS SE IRA TERRIVELMENTE CONTRA TODOS OS HOMENS E TODAS AS MULHERES POR CAUSA DA SUA CORRUPÇÃO. ... Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Domingo 19

Texto: Efésios 4, 7-16

Queridos irmãos/irmãs,

O Domingo 19 do nosso Catecismo explica a parte do nosso Credo Apostólico que diz que Cristo Jesus “subiu ao céu e está sentado à direita de Deus Pai, o Todo Poderoso; donde há de vir a julgar os vivos e os mortos”. Quer dizer: este Domingo está cheio de assuntos: Fala sobre o Reino de Deus, O Governo de Cristo, a volta de Cristo e o último Julgamento. E ligado a isso há outros assuntos, como, por exemplo, a questão de se Cristo voltará duas vezes; uma vez para estabelecer o Milênio - o governo dele que durará mil anos -, e outra vez para destruir todos os seus inimigos. Os pós-milenistas e os pré-milenistas têm opiniões bem detalhadas sobre isso. O catecismo não toca nesse assunto, então não vou entrar nesse debate, nem quero falar sobre o futuro, mas quero me limitar ao presente. O que o Reino de Cristo significa para nós, hoje?

 

1. Cristo é Rei. Ele tem todo poder!

 

Hoje em dia muitas pessoas têm dúvidas sobre isso. Elas sabem que a Igreja confessa isso, mas elas não experimentam isso em sua vida. Cristo é rei. Okay! Mas ele tem também poder? Há reis que vivem em exílio. Oficialmente ele tem o direito de ser rei, mas de fato ele não tem nenhum poder, porque foi expulso e vive fora do seu país. Um rei em exílio.

A situação de Jesus Cristo se parece com essa para muitas pessoas. Elas podem acreditar que ele tem o direito de ser rei, mas ele não tem poder. Porque SE tiver todo poder, no céu e na terra, o mundo não deveria ser diferente? Melhor? Se alguém chega ao poder, ele vai mudar as coisas de acordo com a sua política. Ele recebeu toda autoridade, e de acordo com essa autoridade ele governa. Não é assim?

Sim, normalmente funciona assim, mas nem sempre. Pode ser que o rei se esforça ao máximo para fazer coisas boas, mas há uma oposição que é resistente. E a resistência pode ser tão grande que ele não consegue realizar seus planos. Essa possibilidade existe. Veja a situação política aqui no Brasil. Temos um presidente que quer realizar seus planos, mas há também muita resistência da oposição... Para ler mais, clique aqui.

 

Leitura: Mateus 12, 1-9

Texto: Deuteronômio 14, 21

 

Queridos irmãos,

 

O texto de hoje é um pouco esquisito. A proibição de cozinhar o cabrito no leite da própria mãe é uma lei que chama a atenção. Alguém já ouviu um sermão sobre isso? Eu nunca ouvi. O texto deve ser importante, porque se encontra três vezes no AT: em Êx. 23:19, Êx. 34:36 e aqui em Dt. 14:21.

 

No livro de Êxodo esta regra está ligada com as festas em Israel. Veja o Capítulo 23.

O vs. 14 diz que haverá, três vezes por ano, uma festa perante o Senhor;

O vs. 15 fala sobre a festa dos pães asmos. Esta festa é a festa da Páscoa;

O vs. 16 fala sobre a festa da Sega. A festa dos primeiros frutos. É a festa de Pentecostes; o vs. 16 fala também sobre a festa da colheita na saída do ano. Esta festa marca o final da colheita, quando tudo foi colhido. Esta festa foi a festa dos Tabernáculos. Então, existiam três grandes festas: a da Páscoa, a de Pentecostes e a dos Tabernáculos.

O Capítulo 23 oferece também algumas regras a respeito dessas festas. Veja os versículos 18 e 19. Uma regra curta para cada festa. Não uma descrição completa da cerimônia, nem todas as regras a respeito dos sacrifícios. Todas as regras nós encontramos num outro livro, sendo o livro Levítico. Aqui encontramos só uma regra específica, que caracteriza a festa. Vamos ver:

Vs. 18: “Não oferecerás o sangue do meu sacrifício com pão levedado, nem ficará gordura da minha festa durante a noite até pela manhã”; esta regra fala sobre o pão levedado, e isso se refere, sem dúvida nenhuma, à festa da Páscoa.

Vs. 19: “As primícias dos frutos da tua terra trarás a casa do Senhor, teu Deus”. Essa regra fala sobre as primícias dos frutos, então isso se refere à festa de Pentecostes.

Então, a terceira regra, aquela do cabrito no leite da mãe, deve estar ligada com a terceira festa: a festa dos Tabernáculos. Esta regra deve ser caraterística para a festa da colheita no fim do ano!... Para ler mais, clique aqui.

Texto: Apocalipse 1, 4-8


Queridos irmãos em Jesus Cristo,

“Cristo nos mandou celebrar esta ceia em sua memória. Nesta mesa nós lembramos que o nosso Senhor subiu ao céu e nos deu a Santa Ceia em memória dele, para que não nos apegarmos aos sinais de pão e vinho, mas levantarmos os nossos corações a Jesus Cristo, que está sentado a direita do Deus Pai. A bíblia nos mostra isso claramente. Como por exemplo no livro de Apocalipse. Quero ler Apoc. 1, 4-8: João, às sete igrejas que se encontram na Ásia, graça e paz a vós outros, da parte daquele que é, que era e que há de vir, da parte dos sete Espíritos que se acham diante do seu trono e da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano do reis da terra. Àquele que nós ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino , sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém! Eu sou o Alfa e Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, que há de vir, o Todo-Poderoso.

Hoje quero lhes pregar sobre:

A Santa Ceia é uma ceia em memória de Cristo

1. Cristo na cruz
2. Cristo na sua vitória
3. Cristo na sua glória;

1. Cristo na cruz.

“Faça isso em memória de mim”, disse Jesus na noite em que foi traído, um pouco antes de morrer na cruz. “Faça isso em memória de mim”. Jesus disse isso, pois sabia que ia morrer. Sabia também a importância da sua morte. Jesus ia morrer como substituto; em lugar do seu povo; Jesus devia morrer para salvar o seu povo. Jesus sabia a importância da sua morte na cruz. E ele quis que nós também conhecêssemos a importância da morte dele. Por causa disso Jesus instituiu a Santa Ceia. A Santa Ceia é uma mesa simbólica com somente pão e vinho na mesa. E este pão e o vinho têm um sentido simbólico...Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Mt. 5, 43-48; Atos 3, 14-19

Texto: Lucas 23, 34

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus,

 

[Faz uma semana] que o caso do casal Nardoni, que matou a sua filha Isabella, estava no centro da atenção em todo Brasil. Talvez vocês assistiram o processo. Quem assistiu, deve se lembrar que houve um momento em que um pastor Pentecostal apareceu em frente ao Fórum gritando “Jesus perdoará o casal Nardoni”. 

Não sei exatamente como este pastor chegou a essa conclusão, mas posso imaginar que ele pensou no texto que vamos tratar hoje à noite. Na Sexta-Feira Santa, Jesus olhou para as pessoas que o condenaram a morte e penduraram na cruz e ele disse: Pai perdoa-lhes: pois não sabem o que estão fazendo. Pode ser que o pastor pensou naquelas palavras de Jesus quando ele gritou: “Jesus perdoará o casal Nardoni”. Jesus perdoou o povo que o assassinou, então com certeza perdoará também o casal Nardoni, que assassinou a sua filha.

Irmãos, nós não podemos usar essas palavras de Jesus assim. Essas palavras não significam um ‘perdão geral’ para todos os assassinos, nem ‘um perdão particular’ para esse casal. Porque, em primeiro lugar, nós não podemos dizer que eles não sabiam o que estavam fazendo! Eles sabiam muito bem, porque até tentaram esconder as provas do seu crime; e, em segundo lugar, nós não podemos usar essas palavras, porque são palavras particulares de Jesus; palavras especiais, faladas num momento especial na história da Salvação. Temos que observar a história da Salvação, para descobrir o verdadeiro sentido dessa oração.

Já disse: o momento é especial! Ou, até melhor: a crucificação de Jesus é um momento único na história desse mundo. A história desse mundo mudou definitivamente depois da Sexta-Feira Santa.

Muitas coisas aconteceram na semana santa. A semana começou com a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém (Lc. 19). Logo depois...Para ler mais, clique aqui.

Leitura: Jeremias 31, 31-34 & Hb. 9, 11-28

Texto: Lucas 22, 20

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Hoje vamos falar sobre o segundo sacramento da nossa igreja: a Santa Ceia. É bom fazer isso, porque, no domingo que vem, celebraremos a santa Ceia. Então, este sermão serve para preparação para a Santa Ceia. Este sermão serve para mostrar a importância da Santa Ceia para nossa vida.

Foi Jesus Cristo mesmo que nos mostrou esta importância, porque quando ele celebrou a primeira Santa Ceia com os seus discípulos, ele pegou o cálice, levantou-o e disse: “Este cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado em favor de vós (Lc. 22,20)”. 

Jesus deixou bem claro que a Santa Ceia não é somente um jantar com todos os seus discípulos antes da festa da Páscoa. Uma cerimônia como nós conhecemos no dia Natal ou no dia da Páscoa, quando nós nos sentamos com toda a família ou com alguns amigos para comemorar esta festa; e para comemorar a amizade. O caráter da Santa Ceia não é o mesmo que o dos jantares com amigos ou familiares. A Santa Ceia tem um caráter especial, porque a Santa Ceia une estas pessoas numa NOVA ALIANÇA. “Este cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado em favor de vós”, disse Jesus.

Sabemos que uma aliança é um pacto entre duas (ou mais) pessoas. E muitas vezes uma aliança foi selada com sangue. Há tribos onde as pessoas que fazem um pacto cortam a mão com uma faca e depois elas dão as mãos sangrentas para que o sangue se misture: dessa forma a aliança é selada...Para ler mais, clique aqui.

 

Leitura: 2 Reis 16, 1-9

Texto: Isaías 7, 1-16

 

 

DEUS É FIEL: DEUS ESTÁ CONOSCO (IMMANUEL)

 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Quem começa a ler o livro de Isaías, vai estranhar. Ele vai pensar que entrou num mundo diferente. Isaías vivia numa outra época do que a nossa. Lemos sobre países que não encontramos mais no mapa. Ouvimos falar sobre reis e governadores com nomes estranhos, que nunca tínhamos encontrado antes. Lemos sobre intrigas políticas e sobre conspirações que nós não entendemos.

O profeta Isaías conhece muito bem a cena política do seu tempo. Ele conhece os planos dos vizinhos; sabe os acordos secretos que foram feitos, tem conhecimento das conspirações contra Israel. Em poucas palavras: ele poderia ter sido o cabeça do serviço secreto dos reis de Judá. Mas ele não é. Isaías está a serviço de Deus. E, para Deus, não existem segredos. Deus conhece os corações de todos os homens, e também de todos os reis. Nada acontece fora do conhecimento de Deus. Deus sabe de tudo, e com este conhecimento completo Ele governa o mundo. A história deste mundo é controlada por Deus. As profecias de Isaías mostram isso.

Isaías fala sobre os fatos que aconteceram naquela época. Ele é como o jornal: mostra os fatos importantes que aconteceram. Ele não se limita aos fatos locais; aos fatos que aconteceram em Judá. Isaías liga a história de Judá com o movimento internacional. Ele mostra como a história do mundo está envolvida na história de Israel. A história do mundo depende da história de Deus. A história do mundo é controlada pelo aliado celestial de Israel. O Deus de Davi. O Deus que fez uma aliança com Davi e que lhe prometeu um descendente que ia governar o mundo todo. Este Deus está trabalhando para realizar os seus planos. Isaías está vendo isso. Sobre isso ele fala neste livro, e também neste capítulo 7. Deus mostra que ele é fiel. Ele dá um sinal. Uma criança com um nome especial: “Immanuel”, Deus está conosco.

O IMMANUEL PROVA QUE DEUS É FIEL.

Irmãos, vamos viajar. Vamos nos transportar para a Jerusalém de Isaías. No ano 735 AD, Acaz se tornou rei de Judá. Ele ainda era um jovem de 20 anos. O pai dele, Jotão, morreu, e ele era o príncipe herdeiro. Não foi fácil governar o país, pois ele não podia fazer o que ele queria fazer.Ele devia governar o país conforme a vontade de Deus. Ele foi ungido, como Davi, para servir a Deus. Para governar o país conforme a lei que Deus tinha dado ao Israel. Ele devia conhecer estas leis e aplicá-las.

Esse foi um aspecto do seu governo. O outro aspecto foi que o rei devia defender o país dos inimigos. Ele devia conhecer a cena política, as relações com o exterior, e escolher os seus... Para ler mais, clique aqui.

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Texto: Isaías 6, 1-7
 

Queridos irmãos em Jesus Cristo,

Podemos dizer que a profecia de Isaías 6 é uma das mais impressionantes da Bíblia. O que Isaías experimentou é muito especial. Ele VÊ o Senhor. Em toda a sua majestade. Em toda a sua santidade celestial. Isso não acontece todos os dias. Só poucas pessoas experimentaram isso. Profetas. E nem todos os profetas; somente alguns.

Moisés, por exemplo. Ele descobriu a presença de Deus na sarça, que não se consumia. E Elias. Ele tinha um encontro com Deus (1 Reis 19) e sentiu uma brisa suave, e sabia que o Senhor se aproximara. Ezequiel tivera uma outra experiência: Ele viu o Senhor se aproximando numa tempestade. Homens especiais; eleitos por Deus.

Isaías é como eles. Ele também recebeu uma revelação especial do Senhor. Ele recebeu uma visão enquanto estava no templo. E o que ele viu, foi impressionante. Nós podemos sentir isso. Isaías se sentiu pequeno. Ele disse: “Vi o Senhor sentado sobre um trono alto e elevado. A cauda da sua veste enchia o santuário”. Então, irmãos! O templo era uma construção enorme, onde qualquer pessoa se sentia pequena. E neste templo enorme Isaías viu A CAUDA, A PARTE MAIS BAIXA DA VESTE REAL DO SENHOR. Esta construção enorme está cheia da majestade de Deus, e o que Isaías viu foi só uma parte pequena disso.

Isaías se sente uma formiguinha, vendo a cauda da veste real do Senhor. Pequeno, ele é muito pequeno perante Deus. E este sentimento se torna mais forte por causa dos serafins. Estes seres celestiais enormes estão em redor do trono e anunciam como um coral de homens com voz baixa “A SANTIDADE DE DEUS: SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR”.

O Senhor é perfeitamente santo. Nele não... Para ler mais, clique aqui.

T. Lucas 17, 11-19

 

Queridos irmãos em Cristo Jesus, [queridas crianças da quarta série da ECJC],

Hoje vamos falar sobre a gratidão. [Os alunos da quarta série já sabem tudo sobre isso! Eles estudaram este assunto nas semanas passadas.]

Então, com certeza eles verificaram quantas vezes a palavra ‘gratidão’ aparece na bíblia! Quem verificou? Quem sabe? Vou lhes dizer: nenhuma vez! Isso já nos mostra que a gratidão não é um sentimento comum na vida das pessoas. É um dom do Espírito Santo!

A maioria das pessoas que dão graças a Deus na Bíblia, são as pessoas que estão cheias do Espírito Santo: os profetas, os apóstolos e Jesus deram muitas vezes graças a Deus. E eles exortam todos os crentes para fazer isso. Parece que isso é necessário. As pessoas não são acostumadas a dar graças. Até as crianças tem que aprender isso.

Hoje vamos observar uma pessoa que aprendeu o sentido da ‘gratidão’. Ele ficou agradecido, porque o Senhor Jesus fez um milagre na sua vida.

JESUS CRISTO ABENÇOOU O SAMARITANO AGRADECIDO.

Ele lhe deu:
1) Fé;
2) Saúde;
3) Salvação.

Vamos ver, irmãos, como a gratidão do samaritano foi abençoada por Cristo. O que aconteceu? Jesus estava caminhando para Jerusalém. Lucas já falou três vezes sobre esta viagem (9,51; 9,52 e 13,22); Parece que ele quer enfatizar que esta é a última viagem de Jesus para Jerusalém; é a última vez que ele passa pelas cidades de Israel. Porque em Jerusalém ele vai morrer e depois disso ele não voltará mais para as cidades de Israel.

E durante esta viagem ele passava através da Samaria e da Galiléia. (mostrar um mapa). Ali ele entrou num povoado e dez leprosos vieram-lhe ao encontro. Dez leprosos: 9 Judeus e um Samaritano. Normalmente os Judeus e os Samaritanos são inimigos, mas a miséria em que eles estavam os unira. Isso acontece mais vezes na vida. Às vezes as
pessoas não conseguem trabalhar junto um com o outro, mas em tempo de calamidades elas conseguem se unir. Aqui também: todos são doentes, leprosos. E este fato os uniu. Todos sofriam a mesma coisa e eles estavam juntos para se ajudar e se consolar. ..
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Leitura: 2 Reis 20; 2 Cr. 23, 24-30

Texto: Isaías 38

 

Queridos irmãos/irmãs,

O final do Domingo 10 confessa o seguinte:  Todas as criaturas estão na mão de Deus de tal maneira que, sem a vontade dele, não podem agir nem se mover. Eu chamo a sua atenção para essas palavras, porque tem que se ter cuidado com a interpretação delas. Você pode interpretá-las de uma boa maneira, mas também de uma maneira errada.

Especialmente no meio das igrejas reformadas existem pessoas que leram essas palavras e chegaram a um tipo de fatalismo; o fatalismo é a ideia segundo a qual tudo o que acontece se deve aos fatos ou ao destino, aceitando a inevitabilidade das coisas e negando o livre arbítrio ou decisão pessoal. O fatalismo transforma a igreja num cemitério. No cemitério todo mundo está morto, e não pode fazer nada. Só quando o Deus Soberano, com seu poder, ressuscita as pessoas, elas começam a viver e fazer coisas espirituais.

Há igrejas reformadas em que os membros são fatalistas. Eles dizem: Nós não podemos fazer nada. Nós somos incapazes de fazer alguma coisa boa. Tudo depende de Deus. Deus é soberano. Se Deus quiser, Ele me levantará, ele me ressuscitará. Nós somos como fantoches. Se Deus quer que eu levante o meu braço, eu o levantarei; esses irmãos estão se baseando no que o Domingo 10 diz: Todas as criaturas estão na mão de Deus de tal maneira que, sem a vontade dele, não podem agir nem se mover. Assim, o mundo é um teatro de fantoches e o homem é uma marionete e então... Facilmente, alguém chegará à consequência desse raciocínio dizendo que Deus é o autor do pecado, porque tudo o que o homem... Para ler mais, clique aqui.